quinta-feira, 16 de abril de 2015

XÔ, PREGUIÇA!


Xô, preguiça!
(Por Carina Baptista)

Oi pessoal, tudo bem com vocês?
Como está a semana?

Outro dia eu estava explorando as fotos do Instagram, quando me deparei com a seguinte frase: “Não se sabote, se supere!”. Era uma imagem do @boaformaadventista. Na descrição estava a pergunta: "Você já se sabotou hoje? Já se superou?". Fiquei pensando nessa frase e um sentimento de "essa frase caiu como uma luva" tomou conta de mim. Já parou pra pensar que na maior parte dos casos nosso maior inimigo somos nós mesmos? Ficamos tão chateados com os milhões de coisas que nos impedem de realizar nossos sonhos que nem notamos nossa incômoda habilidade de tornar as coisas mais difíceis do que realmente são!

Como contei para vocês na semana passada, há algumas semanas fui parar na emergência por conta de uma forte dor de cabeça. Antes de tudo acontecer, eu tinha combinado com minha mãe que no dia seguinte iríamos à academia para fazer alguns exercícios de adaptação. Acabei dormindo pouco e no dia seguinte acordei com uma indisposição terrível (e mais dor de cabeça). Primeiro, falei com minha mãe que não iria porque não estava me sentindo bem. Depois de enrolar um pouco na cama, decidi ir. Coloquei a roupa, comi e fui pra academia com minha mãe.

Gente, fiz 30min de esteira, era só o que eu conseguia fazer já que ainda não tinha feito a avaliação, e saí de lá novinha em folha. O mal-estar e a ponta de dor de cabeça que acordei sentindo foram embora e meu corpo estava realmente desperto. Foi incrível! Comecei o dia de trabalho com bem mais disposição. Se eu tivesse me deixado vencer pela vontade de ficar mais uns minutos na cama não teria o benefício de começar o dia tão bem. Entendam, existem situações em que de fato não é possível insistir e precisamos aprender a perceber quando, de fato, é hora de parar, assim como é primordial sacar quando tudo não passa da mais pura preguiça (rs).

Quanto mais alimentamos a preguiça mais forte ela fica. Da mesma forma, quanto mais estimulamos nosso corpo ao exercício de bons costumes, mais disciplinado ele fica, o que resulta em maior disposição para o dia a dia.  Muitas coisas boas, muitas oportunidades podem ser perdidas pelo simples fato de não estarmos presentes quando elas acontecem. Você poderia conhecer o amor da sua vida na academia, no encontro com amigos no sábado à noite, no futebol, naquela festa, mas não vai conhecê-lo se ficar no sofá.

Tire um dia ou um tempo de preguiça: acorde mais tarde que o normal, fique de pijama, tome um café da manhã demorado, leia seus livros, jornais, revistas, veja um bom filme, tire tempo pra você, mas não deixe a preguiça ser um hábito em sua vida. Tem coisas boas para acontecer, mas você precisa sair do lugar. E lembre-se: não se sabote, se supere!
Beijos e até semana que vem!

3 comentários:

  1. Então, moça das dicas de cah, eu tenho sido influenciado por alguns dos seus textos. Já tem um tempo que bebo aquele suco verde que voce indicou, entrei pra academia...OBrigado pelas dicas. Quanto a encontrar o amor da minha vida na academia vai ser dificil pois eu vou cedinho e na maioria das vezes eu malho sozinho,,,,hehehehe. Beijos e até semana que vem. Digo, até sabado em Madureira.

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  2. Eu preciso de onze horas diárias de sono, que podem ser divididas ao longo do dia. Não é preguiça. É necessidade mesmo. rsrsrsrs
    Raramente consigo completar o ciclo, mas durmo o máximo que posso para ter as energias recarregadas. A academia nem é o meu maior prazer. Mas vou e faço tudo direitinho. Nosso corpo precisa de descanso mas tb de atividade. E eu tô muito aí pra ele.
    Xô, preguiça!!!


    P.S.
    Também adotei o suquinho verde. Até que não é ruim não. rsrsrsrs Fiz com limão e sem açúcar. Bebi de boa. Até diria que é gostoso.
    Outro dia coloquei um pouquinho de mel, mas nem precisa. Foi só pra consumir mel, mesmo. rs
    Beijos e até sábado!!

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  3. Eu encontrei o amor da minha vida enquanto eu estava indo trabalhar e a olhei na rua, andando. Depois a vi em um restaurante. Encontrei outras vezes esperando o ônibus. Se eu desse chance à preguiça, não teria visto o amor da minha vido, teria ficado com fome, não pegaria o ônibus que precisava e perderia meu emprego.

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