sábado, 25 de novembro de 2017

MESES

MESES
Jackson Valoni – Angra dos Reis/RJ

Quando eu poderia imaginar que pessoas de vários cantos do país e, em menor medida, pessoas de outros países poderiam me enviar mensagens agradecendo pelos textos que escrevi? As palavras de apoio dessas pessoas me empolgavam a escrever mais e mais, e essa motivação aumentava ainda mais quando as mensagens vinham de quem eu admirava.

Não imaginava que minhas frases tão simples fossem tocar tão profundamente. Algumas pessoas vieram a mim, em particular, me contar experiências que só algo superior por trás das letras poderia provocar: Deus.

Até que me afastei. Parei de escrever. Estou há meses sem orar antes de digitar qualquer coisa. Estou há meses sem parar um pouco e dedicar meu tempo para traduzir o que Deus está falando ao meu coração. Eu me afastei porque não quis ser hipócrita em momento algum... eu não poderia registrar algo do que eu não estava convicto. Cheguei a comentar que Deus havia retirado meu dom.

Os últimos meses foram difíceis, apesar de eu ter viajado e me divertido em parques. Foi um período de desespero espiritual.

Adorar o invisível; aguardar em silêncio respostas de oração que, sinceramente, nem fazia mais; buscar um Deus que, algumas vezes, parecia que desconhecia... A fé que eu deveria ter nEle começou a se confundir com a força interior que os livros de autoajuda gostam de pregar.

Percebi em minha própria vida que existe alguém empenhado a "roubar, matar e destruir". Por alguns meses me afastei da fonte da minha força para priorizar meus projetos. "Mas as maravilhas não fazem sentido se Cristo não está em primeiro lugar."

Meu desejo é que você possa reconhecer sua condição neste mundo. O ser humano precisa de Deus. O mundo precisa de Deus, mas as forças do mal rodeiam o mundo e o diabo deseja acabar com todo tipo de influência divina. Efésios 6:12

"Pois quando éramos dominados pela natureza pecaminosa, as paixões dos pecados, instigadas pela própria Lei, agiam livremente em nosso corpo, de maneira que dávamos frutos para a morte. Mas, agora, fomos libertos da Lei, havendo morrido para aquilo que nos aprisionava, para servimos de acordo com a nova ministração do Espírito, e não conforme a velha forma da Lei escrita. A Lei condena, Jesus liberta." Romanos 7:5 e 6

Escolha o lado que quer seguir na história da sua vida. Fique feliz com a notícia de que Jesus venceu o mundo e de que Ele quer você ao Seu lado. João 16:33



sexta-feira, 24 de novembro de 2017

VOU CONTAR UMA HISTÓRIA


VOU CONTAR UMA HISTÓRIA
Denize Vicente - Rio de Janeiro/RJ

Você gosta de ouvir histórias? Tenho uma pra contar...

Eu estudava Pedagogia, mas já tinha um pezinho no Direito. Na verdade, minha relação com leis, direitos e deveres é muito anterior. Minha simpatia pelos mais fracos, pelos que não podiam oferecer resistência dada alguma condição pessoal, sempre foi muito forte.

Eu era professora, numa escola, e nosso salário atrasava. Comecei a dar aula muito cedo, quando ainda nem era formada, e fui aprendendo conforme ensinava... Naquela escola, em que nosso salário atrasava mais de quinze dias todos os meses, numa época em que a inflação mensal no país era de cerca de 80%, 90%, fazia uma tremenda diferença qualquer dia de atraso no pagamento. Perdíamos dinheiro duas vezes: uma, pela desvalorização daquilo que chegava as nossas mãos como salário; outra, porque as contas pagas com atraso sofriam um acréscimo assustador, com os juros de mora e a correção.

Eu era estudante, e embora não fôssemos ricos, ao contrário, éramos uma família de poucos recursos, eu me sentia numa posição bastante confortável para reivindicar nossos direitos de professores responsáveis e cumpridores de nossos deveres. Eu sabia que muita gente, na escola, não podia reclamar, pois temia ser “mandado embora”. E enquanto eles teriam graves problemas com isso - faltaria leite e pão em casa, perderiam a escola para os filhos, ficariam desempregados por um monte de tempo -, eu, graças a Deus, tinha uma família na qual me sustentar. Não era eu o arrimo da família. Também me tranquilizava a ideia de que não teria dificuldade para arrumar outra escola para dar aulas, se fosse preciso. Eu tinha uma espécie de confiança no meu potencial, e acreditava mesmo que se batesse à porta de qualquer uma das escolas que havia no bairro eu sairia empregada. Isso era importante.


Lembro que uma vez, salário há mais de quinze dias atrasado, e o Grande Mestre, chefe-mor, veio em visita à escola. Era uma rede de escolas, e a nossa ficava situada no subúrbio do Rio, num bairro pobre, com crianças pobres, algumas com mensalidades atrasadas, é verdade. Mas nós, professores, estávamos ali, no exercício da nossa dignificante missão. Então, chegou o chefão, sorridente, elogiando nosso trabalho, perguntando se estava tudo bem. Todos sorriram, como se estivesse. No fundo, estavam todos tristes, muito tristes, mas o mais triste é que não podiam contar...

Esperei um momento em que ele estava só, no corredor, e me aproximei. Travamos um rápido diálogo. Falei do atraso no pagamento. De como era injusto trabalhar como todos os demais professores da Rede e não receber em dia, e terminei dizendo que não concebia a ideia de, mesmo trabalhando, ter de pedir dinheiro de passagem para o meu pai... No final, eu disse que seria bastante apropriado que no dia seguinte o salário estivesse na minha conta, possibilitando que eu tivesse condições de pagar minha passagem de ônibus para ir ao trabalho... ou eu não poderia ir. Tive o cuidado de falar só em meu nome, embora estivesse ali lutando muito mais por minhas colegas do que por mim.

No dia seguinte nosso dinheiro estava na nossa conta.


Aprendi algumas coisas, naquela oportunidade. Uma delas é que às vezes é preciso traduzir a dor do outro, mesmo que ela doa menos em você do que nele; que estar preparado - para dar a volta por cima se acontecer o pior - é fundamental; aprendi a não subestimar o poder da argumentação, sem me esquecer de que a forma como você fala é quase tão importante quanto aquilo que você fala.

Lutar pelos oprimidos e contra os opressores. É assim que Deus faz. É assim que Ele age.

Disse o Senhor: "De fato tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito, tenho escutado o seu clamor, por causa dos seus feitores, e sei quanto eles estão sofrendo. Por isso desci para livrá-los das mãos dos egípcios e tirá-los daqui para uma terra boa e vasta, onde há leite e mel com fartura...”
Êxodo 3: 7-8


Hoje, quando você se defrontar com algum problema, seu ou de alguém próximo a você e por quem você possa fazer alguma coisa, não abaixe a cabeça. Enfrente-o. Resolva-o. Esteja preparado, porque as coisas podem não sair como você espera. Mas não subestime o poder da argumentação. E não se esqueça: concentre-se no modo e não apenas naquilo que você vai falar.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

ÁGUA, PRA QUE TE QUERO?


ÁGUA, PRA QUE TE QUERO?
Carina Baptista - USA

Fale a verdade: você bebe água suficiente para manter seu corpo funcionando bem? Você sabe o quanto seu corpo precisa de água por dia? Ou você é daquelas pessoas que só bebem água quando estão “morrendo de sede”, se estiver com alguma fruta e torrões de açúcar ou, ainda, em refrigerantes? Sucos naturais, frutas, legumes e outros alimentos possuem água em sua composição (quase tudo no mundo possui), mas a ingestão destes alimentos não substitui a água que é o líquido sem sabor mais saboroso do mundo.

Como já sabemos, cerca de 70% de nosso peso total é água. Seu corpo utiliza a água para ficar limpo, para manter a temperatura ideal e para manter um equilíbrio químico apropriado. Você perde água quando transpira, quando respira e através da urina e das fezes. Uma perda de 20% da água de seu corpo poderia ser fatal. E para os atletas de plantão: pesquisadores descobriram que os atletas que bebem água somente para saciar a sede não têm a resistência daqueles que bebem o tanto que perderam. Os atletas que bebem mais água não se tornam tão fatigados e sua temperatura corporal permanece perto do normal.



Você pode estar se perguntando, “mas, afinal de contas, quanto de água devo ingerir?”. Forçar nosso corpo a trabalhar com limitadas quantidades de fluídos é como tentar lavar a louça do almoço usando só um copo de água. Deveríamos beber bastante água; o suficiente para manter a urina clara. Isto significa cerca de oito copos de água por dia. Lembrando que a sede não é um instrumento de avaliação seguro para nossa necessidade de água.



Todas as bebidas contêm água; isto significa que não importa o que eu beba?
Água pura é o melhor líquido para o nosso corpo. A maioria das bebidas contém açúcar, o qual pode retardar a digestão, contribuir para o ganho de peso, provocar uma oscilação nos níveis de açúcar e requerer mais água para o metabolismo. As bebidas tipo “cola” contêm substâncias que podem prejudicar o cálcio do corpo, enfraquecendo os ossos. Praticamente todos os refrigerantes contêm aditivos artificiais que podem irritar o estômago ou sobrecarregar os rins e o fígado. A cafeína é encontrada no café, no chá e em muitos refrigerantes. Ela pode aumentar a pressão arterial, o açúcar e as gorduras no sangue. Ela estimula o sistema nervoso e pode causar irritabilidade, ansiedade, tremores, fadiga crônica e insônia. A cafeína e o álcool são diuréticos e assim privam o corpo da água ao invés de hidratá-lo.


A dica de hoje é: se você já bebe água, continue com esse hábito, porque a tendência é ter vitalidade para exercer as tarefas diárias. E para os teimosos do meu coração: queridos, passem a beber mais água. Pensem que beber alguns copos d’água é bem melhor do que fazer tratamento para os rins. Dizem que a dor produzida por uma pedra pequenininha nos rins é insuportável. Se não bebe nada de água pura, apenas refrigerantes, experimente trocar por sucos naturais - o de laranja é ótimo, porque, geralmente, não precisa de açúcar e é bem aceito pela maioria. #ficaadica

“Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna”. (João 4:14)


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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

ANTES SÓ DO QUE MAL CASADO



ANTES SÓ DO QUE MAL CASADO
João Octávio Barbosa – Bento Ribeiro City – RJ


Ben Stiller, quem não conhece? Esse rostinho aí de cima se caracterizou por fazer filmes de comédia americana. “Quem Vai Ficar com Mary?, “Zoolander, “Entrando Numa Fria, “Trovão Tropical, “Uma Noite no Museu”, entre outros, são filmes que nos fazem rir desde que esse ator, comediante, diretor, roteirista e produtor nascido em Nova York começou a sua carreira.

Você está lendo este texto agora e eu estou em Gramado, curtindo minha lua de mel. Bom, em teoria, é isso. Um dos filmes mais legais de Ben Stiller é justamente esse que dá título ao nosso post de hoje, uma história louca que eu espero que não esteja acontecendo comigo agora (a gente escreve aqui com certa antecedência e tal...)


Eddie Cantrow (Ben Stiller) é um solteirão convicto, que jamais teve coragem de ter um relacionamento sério e duradouro. Isso muda quando ele conhece Lila (Malin Akerman), uma mulher sexy e aparentemente fabulosa. Pressionado por seu pai (Jerry Stiller) e Mac (Rob Corddry), seu melhor amigo, Eddie decide se casar com ela, mesmo conhecendo-a há apenas seis semanas. Porém, quando eles rumam para a lua de mel no México, Lila demonstra ser uma pessoa bem diferente da que Eddie conheceu, tornando-se uma mulher insuportável. Irritado com a transformação de sua esposa, Eddie conhece Miranda (Michelle Monaghan), uma jovem por quem se apaixona. Agora ele precisa encontrar um meio de manter Lila afastada, para que possa conquistar Miranda.¹

Que insano! Ele casa com a mulher do nada, descobre na lua de mel que ela é pirada, e de lá mesmo já tenta conquistar outra pessoa! Só Ben Stiller para viver uma história como essa, mesmo.


Mas... pior é que a vida é assim mesmo. Às vezes a gente passa anos do lado de uma pessoa, e se surpreende com o que ela faz. Que dirá quando se passa pouco tempo do lado da outra, como no filme?

Por isso, para conhecer alguém, a gente tem que se envolver. Quer um exemplo? Jesus. Ele se envolvia com as pessoas antes de fazer qualquer outra coisa. Tem uma história dele, famosa, onde ele encontra uma mulher do lado de um poço, e começam a conversar.

Eles nem deveriam estar conversando. Jesus derrubou várias barreiras, porque homens não conversavam com mulheres desconhecidas, especialmente se elas fossem estrangeiras, como era o caso. Mas Ele falou para ela de coisas importantes, e ela se interessou.

Naquele dia, Jesus estava oferecendo a chance de ela conhecê-lO, e esse encontro, com Jesus, muda vidas para sempre. Jesus tem o desejo de criar relacionamento com todos nós, inclusive com você. Naquele dia, Ele disse para ela:

Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.

Depois disso, a mulher foi à cidade que morava e contou a todos que havia encontrado uma pessoa especial, que tinha oferecido para ela a vida eterna, porque é isso que “água da vida” significava. E as pessoas a seguiram, felizes, por terem achado Alguém que tinha sido enviado para salvá-las.


Hoje você também tem essa opção em Jesus! Ele quer alcançar você! Não deixe essa oportunidade escapar.

Não peço que concordem, espero que reflitam!

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Referência:
1.    http://www.adorocinema.com/filmes/filme-61180/ - acessado no dia 1º/11/2017.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

DÊ O SEU MELHOR


DÊ O SEU MELHOR 
Airton Sousa - Direto de Paciência - Rio

Hoje, do nada, eu me lembrei da "Pit" - a "tia da limpeza" da época em que trabalhei na Ogilvy & Mather e que de um jeito bem brusco pedia licença para retirar meu lixo ou limpar minha mesa. Não falava nada e estava sempre de cara amarrada - por isso o apelido de "Pit".

Comecei a brincar com ela todas as vezes em que ia à minha mesa. E quando passava pelos corredores e ela estava limpando uma parede ou vidraça eu brincava:
- Vai ter festa?

No início, muito séria, respondia que sempre limpava os vidros e as paredes, e que não precisava de festa para isso. Isso quando respondia. Com a minha insistência, a conversa foi tomando um tom mais humorado:
- Vai ter festa?
- Vai, mas gordo não entra!

Dali em diante nós começamos a conversar e iniciamos uma grande amizade, e o apelido “Pit” foi trocado pelo nome - Val. Comecei a cuidar dela e tive a chance muito grande de ajudá-la de várias maneiras, inclusive incentivando-a vender os produtos da "Natura", entre outras coisas. E isso tudo porque insisti muito em cumprimentá-la todos os dias.

Eu não tinha a intenção de mudar nada; apenas fazia minha parte, e aquele rosto amarrado e sofrido foi se transformando aos poucos. Eu recebia muitos exemplares de jornais, todos os dias, do Brasil inteiro, e ia fazendo uma pilha embaixo da mesa... e passado algum tempo, quando a pilha já estava grande, ela amarrava o pacote e levava na cabeça, sem cair. Eu achava interessante o jeito que ela se equilibrava na vida.

Saí da Ogilvy em 2005 e nunca mais ouvi falar dela, mas sua imagem ficou comigo e sua história mudou muito meu modo de tratar as pessoas que trabalham comigo.
Um simples "Oi, bom dia!" é capaz de transformar o dia de uma pessoa. E a gente, por tabela, acaba lucrando com isso também.

Todas as vezes que eu encontrava a Pit e dizia "oi", ela respondia:
- Oi, teu pai tem boi?

Vejo tantas pessoas escrevendo e gritando sobre mudanças, e vejo essas mesmas pessoas incapazes de dizer um "oi" ao vizinho do andar de baixo, ao passageiro ao seu lado no ônibus.

Eu topo mudanças, mas que comecem por aqui mesmo ao lado, ali na rua, lá na esquina. Você topa?

A proposta para hoje é esta: dê o seu melhor. Faça o seu melhor. Pois "sempre que o fizeste a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizeste." (Mateus 2:45). 

Olha que letra incrível da canção “Dê o Seu Melhor”, do Raiz Coral:

"Pare um minuto, olhe ao seu redor
Perdemos tanto com medo de sorrir
Por que há tão pouca emoção
Se um sorriso amigo faz outro existir?"

Então mande um "oi" para a pessoa mais próxima de você. E se, de repente, após ouvir um "oi" ela  perguntar "seu pai tem boi?", dê um sorriso de volta. Pode ser a Pit; daí, você me avisa.

Curta a canção.


segunda-feira, 20 de novembro de 2017

PRECONCEITO


PRECONCEITO
Vinicius Mendes

Ele não é o filho de José? Lucas 4:22

A revista Superinteressante divulgou uma pesquisa da Universidade de Milão que pretendeu medir os níveis de empatia de seres humanos em relação à dor de outras pessoas. Noventa voluntários foram expostos a imagens em que outras pessoas eram feridas. Segundo os cientistas, quando alguém se machuca, o cére­bro reage como se a dor fosse nossa. 


Entretanto, o grau disso depende do nível de empatia que temos com a pessoa ferida. De acordo com a pesquisa, os brancos mostravam níveis mais baixos de empatia quando quem sentia a dor era negro.


O preconceito racial é terrível, mas, infelizmente, não é o único. Gordos, magros, feios, bonitos, pobres, ricos, estrangeiros compõem a lista interminável de vítimas. Preconceito é uma ideia preconcebida revelada em uma atitude discriminatória em relação a pessoas, crenças, sentimentos e comportamentos. "A prova devia estar bem fácil, porque até ele (um negro) conseguiu tirar uma nota boa!" "Esse gordo é um peso em nossa vida!" "Se não fossem os pobres, nossa cidade seria mais limpa." "Por que esse povo não fica no próprio país?" Essas são apenas algumas frases que reproduzem o preconceito que está nas entranhas da sociedade.


Às vezes, o preconceito pode ser sutil, como na ocasião em que a porta giratória do banco "coincidentemente" trava na vez de um negro ou quando um obeso qualificado profissionalmente perde a vaga de emprego para alguém com menos quilos e menos talento. Pode também se revelar de forma bem evidente e violenta, como a torcida adversária que imita macacos para desequilibrar o jogador negro ou no caso da garota obesa, que no intervalo das aulas, "escolhe" ficar na sala para não ser "homenageada" por gente perversa, que não consegue medir o peso absurdo das injúrias que lançam nos ombros da menina.


Jesus não passou em branco como vítima do preconceito. Quando se tornou adulto e famoso, seus conterrâneos nazarenos perguntaram sobre ele: "Por acaso, Ele não é o filho do carpinteiro? [...] De onde é que Ele consegue tudo isso?" (Mateus 13:55, 56). Quer saber o resultado desse preconceito ridículo? "Jesus não pôde fazer muitos mi­lagres ali porque eles não tinham fé" (Mateus 13:58). O preconceito é terrível e tem o potencial de fechar portas e limitar possibilidades. Cuidado, pois ele pode estar impe­dindo você de enxergar a beleza da vida. 


Permita que hoje Deus abra seus olhos para que você enxergue as pessoas com respeito e amor, exatamente como Ele faz.

Vinicius Mendes - Siga o Mestre - CPB - 2017