quinta-feira, 26 de novembro de 2015

APRENDENDO COM GATINHOS - lição 1



APRENDENDO COM GATINHOS - lição 1
(Por Carina Baptista)

Oi pessoal, tudo bem com vocês??

É incrível como pequenas coisas podem nos ensinar grandes lições. Para vocês entenderem, voltarei um pouquinho a história:

Aqui em casa sempre preferimos cachorros, sempre tivemos cachorros. Eles são amigáveis, engraçados, brincalhões, e os daqui de casa, cada um tinha sua voz própria (hahahaha). Até que um dia... apareceu uma gatinha aqui em casa; ela miava muito e minha avó deu comida para ela. Pronto! A gatinha nunca mais foi embora.

Essa gatinha teve filhotes, que tiveram filhotes, que tiveram filhotes... 
Moro numa casa com quintal grande, mas se continuasse nessa progressão geométrica, o mundo seria dominado por gatinhos, e por isso minha mãe começou a ficar preocupada. Com o passar do tempo, os gatinhos foram crescendo e procurando outros caminhos. Nesse período, o quintal ficou com menos gatos, mas um dos filhotes, que já havia crescido, estava agora esperando mais filhotinhos, e decidiu tê-los debaixo da nossa escada.

Certo dia, minha mãe percebeu que um dos gatinhos estava miando muito; quando ela viu, ele estava sozinho, muito magrinho e, aparentemente, com muita fome; a mãe o tinha abandonado e separado dos demais filhotes. Minha mãe o pegou, deu um pouco de leite, limpou-o e o colocou numa caixa de sapato com paninhos quentinhos. Ele estava tão fraquinho, que minha mãe pensou que fosse morrer. Ela cuidou dele, deu carinho, comida, e comprou remédio.

O gatinho ficou mais forte, mais gordinho e tirou de nós aquela impressão que tínhamos dos gatos; ele era muito fofinho e brincava com a gente, dando mordidas de levinho. A ideia da minha mãe era ajudá-lo e depois dar para alguém adotar, mas não apareceu dono e nós acabamos ficando com ele. Colocamos o nome de Frajola (porque é preto e branco) e o bichinho foi ficando... ficando...

Hoje, ela (sim, descobrimos que é fêmea) é o xodó da minha mãe, não desgruda dela, mas não gosta de colo nem de excesso de carinho (hahahaha). Minha mãe a salvou da morte iminente, e a gatinha, de alguma forma, sabe disso.

Pensando nessa história, para mim é impossível não relacioná-la à nossa, à história do amor do nosso Salvador. Ele nos libertou da morte iminente, "porque o salário do pecado é a morte"¹ e nos deu vida eterna em Cristo Jesus. Devemos, assim como a gatinha, ser gratos a Deus por ter nos dado a oportunidade de viver e viver eternamente. Merecíamos a morte, mas recebemos salvação!

Um beijo e até semana que vem!

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Referência:
1 - Romanos 6:23
         
         

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