segunda-feira, 18 de abril de 2016

FELIZES PARA SEMPRE

FELIZES PARA SEMPRE
Por Sérgio Mafra

Recentemente, um casal querido aqui do blog selou sua união pelo casamento. Foi um momento feliz, com festa, amigos, mas, primeiramente, com Deus. Tenho certeza de que eles estão no caminho certo, rumo ao sucesso dessa jornada. Mas ao pensar no casamento do Jackson e da Pamela e em tudo de belo que isso significava, me veio à mente a realidade dos matrimônios, ao longo da História.

Nem sempre o amor foi o fator determinante para que as uniões acontecessem. Na Idade Média, a nobreza europeia se valia dos casamentos para negociar interesses e, assim, perpetuar o poder das famílias que reinavam e dominavam o continente. O casamento era nada mais que um jogo de cartas marcadas a serviço dos interesses da elite dominante.

Muita coisa mudou ao longo do tempo, assim como o amor entrou em campo, o divórcio também não só se evidenciou como se institucionalizou. Um dos casos mais conhecidos e comentados na História é a separação do rei da Inglaterra Henrique VIII e da rainha Catarina. Diante da recusa da Igreja romana em realizar sua separação para posterior união com Ana Bolena, Henrique VIII promove a separação e lança as bases da Igreja Anglicana.

Mas o casamento mais importante ainda está por vir. Cristo disse que Ele é o noivo e sua Igreja, a noiva. A boa notícia é que o convite é para todos. Vamos desfrutar todos juntos da felicidade plena com Cristo. Não se atrase; Ele nunca falha!

Um comentário:

  1. Como História pode não ser a matéria preferida de todo mundo na escola?
    :)

    ResponderExcluir

Participe também, comentando!