quarta-feira, 14 de junho de 2017

CORAÇÃO VALENTE

CORAÇÃO VALENTE
João Octávio Barbosa – Bento Ribeiro City - RJ


No século XIII, soldados ingleses matam a mulher do escocês William Wallace (Mel Gibson), bem na sua noite de núpcias. Para vingar a amada, ele resolve liderar seu povo em uma luta contra o cruel Rei inglês Edward I (Patrick McGoohan). Com a ajuda de Robert e Bruce, ele vai deflagrar uma violenta batalha com o objetivo de libertar a Escócia de uma vez por todas.¹

É clássico, é histórico, é uma obra da sétima arte. Mel Gibson também dirigiu esse filme que ganhou 5 Oscars em 1995. Gosto de lembrar o teor de documentário da história. A relação de poder dentro da ilha que compõe o Reino Unido é sempre instável. Recentemente, com o fenômeno do BR Exit (saída da União Européia) esses sentimentos de nacionalismo cruzado voltaram a aflorar.


Por exemplo, no esporte: no futebol, Inglaterra e Escócia (além de País de Gales e Irlanda do Norte) jogam individualmente suas competições e vez por outra se enfrentam. Nas Olimpíadas, disputam sob a mesma bandeira do Reino Unido. “Unido” mesmo?

Voltando ao filme, a trama gira em torno do desejo do povo escocês, aquele do kilt (saia para homem, usado sem cueca... quem viu o filme sabe), de se livrar dos desmandos da Inglaterra. Entre batalhas e jogos políticos, a guerra vai sendo travada. William Wallace vai se mostrando um herói de coragem sem igual.


SPOILER FINAL. Como precisaria ser (para não deixar de ser uma trama com requintes de historicidade e se tornar uma fábula) o sonho dos escoceses vai por água baixo com a captura à traição de William Wallace e a derrota fatídica na guerra. Ao ser sumariamente torturado até a morte, é oferecida a ele uma última chance, mas ele precisa usar suas últimas forças, para dizer uma única palavra de humilhação ao Rei inglês.

Ao invés disso, com todo sacrifício e vontade, ele grita com firmeza: “Liberdade!”. Todos ficam estarrecidos ao perceber que no último momento ele ainda pensa no povo que tentou defender da tirania inimiga.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
João 8:32

A liberdade é uma dádiva. William, em face da morte, se sentiu mais livre de que em qualquer outro momento da vida. Isso porque ele sentiu que sua luta valera a pena, e que ela não acabaria ali, no seu desfecho cruel.

Como cristão, sinto-me no dever de alertá-lo que também é necessário conhecer verdades para sermos livres. Existe uma verdade suprema que é: “Jesus o ama e quer você mais perto dele”. Não é a primeira vez que lhe falam isso, mas pode ser a primeira vez que você dá uma chance.


Tenha a coragem de William Wallace neste momento. Desafie a Deus agora, para que Ele se mostre de verdade para você neste momento, e o liberte daquilo que você nem sabe que está lhe prendendo.

Não peço que concordem, espero que reflitam!

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Referência:

¹ http://www.adorocinema.com/filmes/filme-10080/, acessado em 23 de maio de 2017

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