sexta-feira, 9 de setembro de 2016

DIAS FELIZES

 
DIAS FELIZES
Por Denize Vicente


Susan Engel, autora de The End of the Rainbow, afirma que educar para a felicidade (e não para o dinheiro) deveria ser o objetivo das instituições de ensino.

A ideia de que a felicidade virá quando eu tiver um emprego melhor, um namorado gatíssimo, muita grana, um corpo escultural, um carro zero, uma esposa belíssima, filhos obedientes, família perfeita... começa na escola, passa pelas ruas, clubes, lares e até igrejas (aquelas que insistem na Teologia da Prosperidade).

Nada mais despropositado... 
 
A menos que você esteja passando por alguma situação extremamente traumática, você pode ser feliz em qualquer circunstância, enfrentando a sua realidade, em meio até às dificuldades.

Coisas simples como dividir um almoço, ouvir música no fim do dia, dançar enquanto toma banho, ler um poema, rir dos seus fracassos, ligar pra alguém só pra dizer que sentiu saudade, levar uma criança a um parquinho, provocar o sorriso em alguém, andar descalço na rua, tomar banho de chuva, ajudar alguém a atravessar a rua, pagar um lanche pra um menino que pediu uma moeda... são exemplos de coisas que podem trazer a felicidade pro seu dia. Uma dose diária de qualquer uma dessas ações é capaz, por si só, de tornar você uma pessoa feliz. E quanto mais feliz você for, menos atenção vai prestar nas coisas ruins que os outros fazem, naquilo que estraga a sua felicidade.

Gastamos muito tempo percebendo ou procurando motivos para lamentar. Catamos razões para justificar nosso mau humor, nossa intransigência, nossa intolerância. "Tolerância zero" virou padrão. Ofensas gratuitas também são comuns. Atacar para se defender virou uma norma de conduta. Tudo isso faz de nós seres amargos e tristes. 



Jesus Cristo agia diferente. Buscava motivos pra se alegrar e para alegrar os outros. Queria crianças por perto, falava de oferecer a outra face, andar outra milha, perdoar (não sete vezes, mas 70 x 7), incentivava o altruísmo, amava mesmo sem ser amado, dava mais do que recebia... Uma espécie de revolucionário. Desbravando o caminho que eu e você devemos seguir.

Deus criou você para a felicidade e lhe deu uma capacidade ilimitada de ser feliz. O pecado que invadiu o mundo atrapalha o projeto original, é verdade; por conta dele, o ser humano foi adquirindo uma habilidade incrível de se tornar infeliz e de estragar a felicidade dos outros...

Por isso meu recado de hoje é este:
Mantenha conexão com o Deus do amor e da felicidade, use as palavras para comunicar alegria e esperança, afaste-se do mal e faça o bem. Você vai amar a vida e vai viver dias felizes.

Pode acreditar!

Quem de vocês quer amar a vida e deseja ver dias felizes?
Guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade.
Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

MELHOR NÃO?

MELHOR NÃO?
Por Carina Baptista

Oi pessoal, tudo bem??

Quem gosta de ouvir “não”, como resposta? Na verdade, ninguém gosta de ouvir “não”. Se fazemos um pedido, queremos um “sim” e ponto final! O "sim", geralmente, é mais bem recebido. Pergunte para alguém que acabou de pedir seu amor em casamento, que pediu uma oportunidade para trabalhar na tão sonhada empresa, pergunte para um pai de família que pediu um aumento no salário... Eles sabem o valor do “sim”. E o “não”?

Tem algumas situações em que o melhor, mesmo, é ouvir um sonoro “não”. Por exemplo: quando estamos no consultório médico esperando o resultado de um exame que pode indicar uma doença grave; na divulgação da lista de vítimas de uma catástrofe... Nessas, entre outras situações, o “não” é a melhor resposta. 


Comecei a pensar sobre isso quando fiz uma oração pedindo orientação e clareza para tomar a melhor decisão. O “não” apareceu quase que estampado em minha mente. Não foi um “espere” e muito menos um “sim”. Eram um N-A-O e um til bem definidos. A melhor parte? Sabia que era a resposta de Deus; e ao invés de ficar triste, meu coração se encheu de alegria - isso só aconteceu porque entreguei, totalmente, a decisão a Deus.

O rei Davi também teve que lidar com isso. Ele estava certo de que iria reconstruir o templo, mas teve que aceitar o “não” de Deus, pois Ele tinha planos muito maiores para a vida de Davi, e neles não estava incluída a construção de um templo, pelo menos naquele momento. Nem sempre o “não” de Deus vem para algo ruim. Às vezes, apenas não é o melhor momento para acontecer.

O mais importante é acreditar que, se cremos que Deus é amor e rege nossa vida, precisamos confiar que Ele fará o que for melhor para nossa felicidade, mesmo que isso custe algumas lágrimas, num primeiro momento.

Minha dica de hoje é: confie todos os seus sonhos a quem se interessa, realmente, por sua felicidade e sabe o que é melhor para você. :)

 
Um beijo e até semana que vem!

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A ESCOLHA DE PEDRO

A ESCOLHA DE PEDRO
Por João Octávio Barbosa

Que maravilha, um feriado nacional! Todos nós sabemos o porquê dele, não é verdade? Mas eis aqui alguns detalhes que eu estudei, e que talvez você não saiba:

Em meados de 1822, um ano após seu pai, D. João VI, ter voltado para Portugal, Pedro (futuro D. Pedro I) estava sofrendo pressões dos portugueses para também viajar para A Europa. Havia uma escolha a fazer.

Entre voltar e ficar, Pedro decidiu permanecer no Brasil e proclamou a definitiva separação de Portugal, tornando o Brasil independente. Em homenagem a esse dia tão importante você está em casa hoje. Se você está trabalhando, pelo menos está ganhando hora extra. Se nem isso, bom, no seu caso, você nem precisa Temer a reforma do golpista, porque seus direitos profissionais estão prejudicados desde já. Pêsames.

  
Mas o então futuro primeiro Imperador do Brasil não foi o primeiro Pedro a fazer uma escolha difícil. Retroagindo mais ou menos uns 1.800 anos na História, chegaremos ao discípulo Pedro, que tinha uma posição de líder entre seus colegas apóstolos após a morte e ressurreição de Jesus. Por três anos e meio Jesus manteve um grande grupo de seguidores, mas um time menor, mais seleto, mais íntimo, de doze homens, que chamou de “apóstolos”.

Esse grupo fica desfalcado após a traição e o suicídio de Judas Iscariotes. Essa lacuna soava errado... Tudo fora vivido e planejado na expectativa de que esse grupo de doze homens continuasse a obra de Jesus. E eles estavam se sentindo incompletos. Pedro sentiu-se na incumbência de resolver esse incômodo. Apenas 100 segundos e você lê Atos 1:15-26.


Matias é nosso Perfil Sem Curtidas de hoje. Com todos os méritos, diga-se de passagem. Quantas pessoas sabem que ele foi discípulo de Jesus? Poucos, até entre os que leem a Bíblia regularmente. Muitas pessoas afirmam que, na prática, o substituto de Judas como 12° homem foi Paulo, pela sua extensa obra. Mas em passagens de Atos, e até nos livros do próprio Paulo, o grupo de 12 apóstolos permanece sendo citado sempre sem incluir Paulo.


Matias existiu e foi importante. Só não sabemos no quê. Afinal, individualmente, ele não é citado na Bíblia mais nenhuma vez. O trecho que lemos (espero que você tenha lido, ainda dá tempo, está no link ali em cima e aqui outra vez) mostra que Matias não estava à toa, na disputa. O requisito principal, veja o verso 21, era ter estado com Jesus nos três anos e meio de ministério, desde o batismo de João Batista. Jesus tinha muitos seguidores (no momento da escolha de Matias havia 120 pessoas presentes), e não só os 12 discípulos. Matias e outros faziam parte de uma espécie de “cadastro de reserva” para o concurso público “apóstolo de Jesus”.

Além disso, para entrar nessa vaga ele passou pelo crivo da orientação de um Deus que é “conhecedor do coração de todos” (verso 24). Após a oração para que a escolha fosse aprovada por Deus, os próprios participantes da reunião ratificaram o processo de escolha através do voto comum (versos 23 e 26).


Com tudo isso em vista, dá para ter fé de que a obra realizada por Matias neste mundo para a divulgação do evangelho de Cristo tenha sido de grande valor. Apesar de não sabermos quase nada sobre ela, não deixou de ser o suficiente para que “Matias” seja um nome que aparecerá em um dos “doze fundamentos do muro da cidade” santa, a Nova Jerusalém (Apocalipse 21:14). Nem mais, nem menos do que Pedro, João, Tiago ou Mateus.


A Bíblia é cheia de nomes. Todos têm alguma história. Algumas histórias maiores, outras menores. A de Matias é muito interessante, mas muito discreta. No entanto, não deixa de servir para a gente. O homem que venceu a disputa contra outro que se chama “José Barsabás, o justo”. Matias se sagrou melhor do que o justo. Pouca coisa para você?
        
Não peço que concordem, espero que reflitam!





terça-feira, 6 de setembro de 2016

PERDÃO INFINITO

PERDÃO INFINITO
Por Airton Sousa

“Perdão Infinito 70x7” é o nome de um grupo de jovens da minha igreja. Gosto deles. Até ganhei a camiseta de presente e a inspiração para falar sobre este tema gostoso.


Perdão é uma palavra intimamente relacionada à minha vida pessoal. Costumo dizer que não “existe amigo perfeito e sim amigo perdoado”. Essa frase tem muito mais a ver comigo do que com os outros, pois eu vou lhe contar: eu vacilo muito e sempre acho que mereço o perdão; mas houve uma vez em que vacilei feio.

Eu estava numa festa, bebi muito. Nessa época eu bebia muito mesmo. Exagerei. Fiz um papelão. Cismei de tirar uma história a limpo com uma garota que estava quietinha na festa. Fui lá, briguei, gritei, ofendi e a deixei chorando. Era uma festa corporativa.

O conceito de “graça”, que eu falo tanto aqui, não existe no mundo corporativista. Existem regras visíveis e invisíveis. Você tem que fazer seu caminho por si mesmo. Você não ganha nada sem merecer. A lei é dura. Errou, pagou.  E se der vexame na festa da firma é rua, na certa. Só percebi o estrago no dia seguinte, quando acordei.

A moça não só não aceitou meus pedidos de desculpas sinceras (eu também não aceitaria) como levou o caso à alta esfera da agência (eu não levaria).

E agora eu estava ali, na sala da Presidência. Foi um momento importante na minha carreira. Eu não tinha defesa. Meus amigos não poderiam me defender, pois eles também me consideraram culpados, dessa vez. Então, eu assumi a culpa. Eu disse, claramente: “Sou culpado e estou disposto a pagar por isso”. Tentei ser o mais errado possível e também o mais humilde, mas eu estava realmente envergonhado e realmente arrependido.

- Perdão, chefe. Eu errei.
- Sim, você errou feio.
- Eu sei que tenho que pagar por isso. Estou disposto a arcar com as consequências.

Na verdade, eu estava ferrado.

Meu presidente coçou a cabeça, olhou pra mim e deu a sentença final: “Em todos esses anos de administração eu sempre achei que todo mundo merece segunda chance, seja o que for que tenha feito....”. Eu não ouvi o resto, eu não me lembro do resto. Ele me perdoou. Eu estava livre do castigo. Aleluia!

A moça poderia me processar, exigir pagamentos, ou usar outros meios de desforrar as ofensas que eu tinha feito. Ela preferiu não fazer nada disso, mas exigiu que eu nunca mais lhe dirigisse a palavra.

Com o tempo as mágoas foram cessando. O perdão corporativo veio, mas o perdão moral, da garota, eu nunca recebi.

Naquela ocasião fui tão grato ao meu Presidente que prometi lealdade e fidelidade por todo o tempo em que ele me mantivesse na empresa. Ainda hoje, quando vislumbro essa cena toda, eu me emociono. Lembro-me dos meus amigos esperando eu sair daquela sala. A expectativa era muito grande. Eu sairia dali totalmente detonado. Eu mesmo antes de me dirigir àquela sala, já havia arrumado minha mesa e gavetas.

O perdão corporativo é bom. Ele lhe dá condições de se manter mais um tempo em suas funções, mas você vive escravo da segunda chance. Você não pode errar nunca mais.

Nossa caminhada cristã é assim. Necessitamos do perdão de Deus.


Nossos bolsos estão vazios, e nosso débito é de milhões. Não precisamos de salário; precisamos de um presente. Não necessitamos de lições de natação; necessitamos de um salva-vidas. Não carecemos de um lugar para trabalhar; carecemos de alguém que trabalhe em nosso lugar. Este ‘alguém’ é Jesus Cristo.
(Nas Garras da Graça, Max Lucado, CPAD, pág. 148)

Para o meu chefe e meu amigo foi fácil perdoar; ele tinha o poder de decidir pelo sim ou pelo não. Ele escolheu me perdoar.

Com Jesus Cristo foi diferente. Ele nos perdoou uma dívida intransponível, mas para isso teve que dar o seu próprio sangue. O mesmo sangue que ainda escorre e se derrama pela nossa vida renovando nossa história, diariamente.

“Quando nosso coração nos faz sentir culpados, ainda assim podemos ter paz diante de Deus”. Ele é maior que nosso coração e sabe todas as coisas. (I João 3:20)


 

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

RELAXE...

E quanto a você?

Preocupado com o que vem por aí?

Tenso porque não sabe o que virá nesta nova semana?

Coração inquieto por se sentir incapaz de encarar os desafios?



Pode sorrir.
Basta confiar.