terça-feira, 17 de setembro de 2019

MANU CHEGOU!



MANU CHEGOU!
Airton Sousa – Direto de Paciência – Rio de Janeiro

Sou de uma família numerosa. Muitos irmãos, muitos filhos, sobrinhos, netos e bisnetos. A família é tão grande que a gente já deveria ter se acostumado com os nascimentos. Cada ano nasce um sobrinho novo. Este ano já foram dois.  

Nasceu o Arthur, filho da minha sobrinha Bruna, alguns meses depois chegou a Manuella, filha da minha outra sobrinha, Camila -  para ser mais preciso, chegou na sexta-feira, dia 13.

Como eu disse, a grande família já deveria estar acostumada; mas, não. A expectativa continua sendo a mesma desde o primeiro sobrinho. Com o WhatsApp, então, a notícia chega mais rápidO no grupo de família: “A bolsa estourou!”. Pronto, o grupo se alvoroça, num passe de mágica, todo mundo acorda e começa a torcida.

“É hoje!”, “Eu sabia!”, “Eu disse que não passava desta semana!”. Todo mundo querendo acertar.

E Manuella chegou. Veio um pouco antes do esperando. Veio miudinha, mas veio linda. Enquanto o Arthur chorava muito, a Manuella não dorme, fica com os olhos arregalados, prestando uma atenção em tudo a sua volta!


As crianças são presentes de Deus. É através delas que somos capazes de entender melhor o infinito amor que Deus tem por nós. Sempre nos dando uma nova oportunidade. Quando lhe pedimos perdão, Ele abre seus eternos braços de amor para receber-nos com alegria.
(Sinfonia de Louvor - Meditação da Mulher, Stenbakken, Ardis Dick, CPB, pág. 288)

“Manu” é nossa alegria, o nosso amor eterno, e enquanto o Arthur que acabou de chegar não parar de mamar e de chorar, é ela quem vai mandar no pedaço. As outras crianças da família são a Lara, o Miguel, a Gabi, e todos são como a Primavera da nossa vida.

A Bíblia também comenta de um momento especial que Jesus Cristo teve com as crianças e tomou uma delas no colo e disse: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como criança de modo algum entrareis no reino dos céus.” (Mateus 18:3).

Sempre que observo cada criança da minha família e mesmo os filhos e netos dos meus amigos queridos, eu vejo crianças inocentes, puras, simplesmente vivendo o amor; chorando quando caem e aceitando de pronto u’a mão para levantar. E é por meio desses exemplos infantis que passamos a entender melhor o reino de Deus, reino esse que, para herdar, você e eu precisamos voltar a ser puros, ingênuos, sinceros e bobos.

Um grande abraço do tio mais feliz do mundo.
Bem-vinda, Manu!

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