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sábado, 26 de maio de 2018

SOU MUITO SORTUDO


SOU MUITO SORTUDO
Airton Sousa – Direto de Paciência – Rio

Nunca fui muito de casamento, mas desde que celebrei o casamento do meu filho e, no ano passado, o casamento da minha sobrinha Bia, tenho me interessado um pouco mais sobre o assunto. Por isso estou, agora, assistindo aos melhores momentos do casamento real, que aconteceu na manhã deste sábado, 19 de maio.

O Coral deu um show, e o mundo inteiro só fala disso. “Stand by me”. Parecia cena de um filme!

O Bispo que celebrou o casamento abriu seu discurso com as palavras de Martin Luther King Jr.: "Temos que descobrir o poder do amor, o poder redentor do amor. E quando fizermos isso, seremos capazes de fazer deste velho mundo um novo mundo. O amor é o único caminho.".

E disse mais: “Há poder no amor. Não subestime isso. Qualquer um que já tenha se apaixonado sabe do que eu estou falando”.

Provavelmente você acompanhou todos os detalhes e sabe mais do que eu, ou não, mas uma cena desse casamento ficou marcada na minha mente. Acho que foi a melhor cena de todas!

Quando o príncipe recebe a noiva e diz:
- Você está linda! Eu sou um sortudo!

Nem precisa dizer que esta frase quebrou a internet.

Minha sobrinha comentou:
- Tio, ele que é o príncipe e é ele que se considera sortudo!


O amor é o único caminho.

Jesus Cristo já havia dito “Eu sou o caminho”. Logo, se você entrar este nesse caminho, e considerando que o Pai e o Filho são um só, então você se encontra com o amor de Deus.

O amor é a essência de Deus. Porque o próprio Deus é amor. O amor de Deus é o dom supremo. Incomparável, ilimitado e tem poder para quebrar qualquer barreira.

Que louco!

E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nosso coração, por meio do Espírito Santo que ele nos deu. Quando estávamos totalmente desamparados, Cristo veio na hora certa e morreu pelos pecadores. Mesmo que fôssemos justos, realmente não esperaríamos que alguém morresse por nós, embora alguém tivesse coragem de morrer por uma pessoa boa. Deus, no entanto, mostrou seu grande amor por nós, enviando Cristo para morrer por nós enquanto ainda éramos pecadores.” – Romanos 5:5-8

Mesmo você sendo falho, mesmo sem merecer, sendo forte ou fraco... Ele simplesmente ama. Ele não cessa de amar.
Seu amor é imenso, é eterno.
É algo que me faz pensar assim: Eu sou muito sortudo!

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

A GLÓRIA DO PÓDIO

A GLÓRIA DO PÓDIO
Por João Octávio Barbosa

Quem está no clima da Olimpíada Rio 2016 levanta as mãos! Beleza, agora abaixa, porque só você nessa sala leu esse pedido e já está pagando mico. Daqui a dois dias ocorrerá a cerimônia de abertura. A melhor parte para mim é que será feriado aqui no Rio. Mas hoje já tem partida de futebol valendo pelos Jogos! Como meu orçamento é restrito, o mais perto que vou chegar da competição são os meus humildes (mas não pirateados) ingressos para as classificatórias de Hóquei na Grama! Semana que vem! Só falta decidir se vou torcer para Austrália ou para a Eslováquia.


O 3 de agosto é uma data histórica para o esporte olímpico brasileiro. Pela primeira vez o Hino Nacional tocou numa Olimpíada. Nesse dia, no ano de 1920. Isso, graças a Guilherme Paraense, militar, que venceu a prova de tiro com revólver a 30 metros. É o Brasil, sempre se destacando internacionalmente em matéria de tiro.

Como você bem sabe, não é só o campeão que sobe ao pódio olímpico. O segundo e o terceiro de cada competição completam a trinca de medalhas. Nunca é a mesma coisa, mas também está longe de ser um mero prêmio de consolação. É um orgulho voltar para casa com uma medalha e uma foto em cima do pódio. Algo para deixar a sua mãe orgulhosa!


Falando nisso, hoje eu quero contar a história de uma mãe que queria ter o orgulho de ver seus dois filhos no pódio, mesmo que para prata e bronze. Veja a frase do nosso Perfil Sem Curtidas de hoje - a mãe dos discípulos Tiago e João:

Então se aproximou dele a mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, adorando-o e fazendo-lhe um pedido.
E ele diz-lhe: Que queres? Ela respondeu: Dize que estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino.
(Mateus 20:20, 21)


A resposta completa de Jesus você lê em Mateus 20:22-28. De cara, a gente precisa lembrar que essa mulher era mãe de dois discípulos de Jesus. Mas eles tinham outros DEZ colegas. No mínimo, muita ousadia, para não dizer desrespeito, com doses consideráveis de ignorância.

E isso pelo seguinte: a imagem que essa mãe tinha de Jesus era totalmente humana. Aliás, nisso concordavam seus filhos Tiago e João, visto que apoiaram o pedido. Tanto é que a versão da história, em Mateus, omite a mãe do relato, e eles mesmos fazem o requerimento direto a Cristo. Jesus seria um rei. Rico, poderoso, glorioso, com uma medalha de ouro no peito. Até o dia em que Jesus foi crucificado, mesmo os mais dedicados discípulos ainda achavam que Jesus lideraria uma revolução social e se tornaria rei. Assim, eles seriam os ministros. A comissão de frente do Grande Mestre.


Aí vem o grande discurso da humildade. Onde as pessoas só observavam a oportunidade de sair ganhando e ostentar com a proximidade de Jesus, ele mesmo era o exemplo da humildade. Ele, sim, tinha toda a honra, a glória, o poder, e, por que não dizer, o luxo antes de vir à Terra aceitar morrer por nós. Mas agora era hora de ensinar à mãe de Tiago e João que no Reino dos Céus, no círculo de amigos de Jesus, “aquele que quer ser servido, deve ser o servo” (Mateus 20:26).

Não se sabe o que aconteceu com essa mãe depois desse pedido feito a Jesus. Tiago foi o primeiro dos doze apóstolos a morrer, pouco tempo depois da ressurreição de Jesus. Provavelmente, essa mãe sofreu a dor dessa perda...

Talvez, ao receber a notícia da morte do seu filho ela tenha se lembrado do dia em que, precipitadamente, irritou todos os outros apóstolos por ser tão coruja. Creio que o coração dela já havia mudado, e a lição dada pelas palavras gentis de Jesus tenha sido compreendida.


Chega uma hora que é assim. Aquele nosso velho sonho de ser o medalhista de ouro, o mais importante, o melhor, tudo isso, vira secundário. Dá até vergonha de aquilo ter sido um sonho, uma meta. A gente observa coisas que desperdiçou, reflete sobre lutas que travou sem necessidade, e deseja que possa voltar no tempo para corrigir um monte de coisa. Mas não dá.

A mãe de Tiago sonhou com a glória e viu a morte. Mas sabia que sua visão antiga, que parecia tão alta, era na verdade muito curta. Mais à frente, Tiago será alçado à condição de mártir de Jesus, e será condecorado por isso. Pior que agora isso nem fazia mais diferença para ela. Medalha de ouro do Céu não é prêmio do primeiro.

Só em Cristo “somos mais que vencedores”. (Romanos 8:37)


Não peço que concordem, espero que reflitam!

sábado, 9 de abril de 2016

O LEGADO


O LEGADO
Por Jackson Valoni

Fiz um discurso em homenagem a Deus na Universidade em que eu estudo. Era minha colação de grau. Chorei, conforme o previsto por mim devido ao histórico de situações semelhantes. 

Fiz o meu pequeno discurso em forma de oração. Eu até quis tentar explicar isso lá na hora, mas não teve como. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa a voz já estava embargada. Também tentei dizer um "Amém" no fim do texto, mas não tive forças.

O discurso foi este:
Se eu pudesse dizer de forma justa e precisa a gratidão que sinto por homenagear um amigo tão especial como Deus, passaria a vida inteira agradecendo. E não seria essa uma bela forma de viver? Afinal, “em tudo dai graças”. I Tessalonicenses 5:18
Há quem duvide que realmente exista Alguém no Céu que se importe com meus agradecimentos tão simples, mas sinceros. “Mas eu ainda tenho muita confiança, pois sei em quem tenho crido...”. II Timóteo 1:12
Meu desejo é que nossos caminhos possam ressoar como inspiração constante, de um pôr do sol a outro, todos os dias. E eu estou bem certo de que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, segundo a Sua vontade”. Romanos 8:28
Que Deus nos conduza por bons caminhos, e que Seus planos possam prevalecer sobre nós, “planos de paz, e não de mal, para nos dar um futuro e uma esperança” (Jeremias 29:11). E que a esperança não desfaleça quando, inevitavelmente, injustiças esbarrarem em nossa jornada, que não termina aqui.
Sejamos defensores da ordem, da justiça, dos direitos e principalmente, do legado que o Grande Advogado que está no Céu nos deixou. “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” e “amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Mateus 22:37, 39


Estou pensando na razão pela qual me escolheram para fazer essa homenagem, mas deve ter algum motivo pra isso, e é isso que me instiga. O cristão fala através da vida, mesmo que não abra a boca para falar sobre o Evangelho.

Uma vez um colega da faculdade se espantou quando soube que sou "crente". E eu me espantei com o espanto dele, porque vi o estigma do cristão. O cristão é diferente, mas não se exclui. Ele se abstém de muitas coisas, porque nossa prioridade é o Céu, porque nosso lugar não é aqui. O lugar de ninguém deveria ser aqui.

"Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." I Pedro 2:9




quarta-feira, 9 de março de 2016

EU NÃO VI DEUS



EU NÃO VI DEUS
Por João Octávio Barbosa

Há exatos 82 anos nascia em Kluchino, atual Rússia, Iuri Gagarin (1934-1968). Em meio à “Corrida Espacial” entre União Soviética e EUA, Iuri ficou conhecido como o primeiro ser humano a ir para o espaço, a bordo da Vostok, em 1961.



Durante a missão, foi-lhe atribuída a seguinte declaração: “A Terra é azul, e eu não vi Deus.”. 

Pois é. Era a primeira pessoa na História a ver o mundo pelo lado de fora. Subiu acima dos céus. E não viu Deus.

Mais tarde foi descoberto que essa frase não foi dita por ele. Iuri era cristão ortodoxo. Fazia parte dos interesses do governo de Moscou uma pregação antirreligiosa, e a declaração sobre a falta de Deus foi uma jogada de marketing do Kremlin. O que não significa que Gagarin tenha visto Deus, anjos, santos, ou o padre do balão em sua viagem.

Você já viu Deus? Crê em Jesus? Creria se ele estivesse na sua frente agora?

Se você leu o primeiro post desta coluna (“Perfis Sem Curtidas”, clique aqui), sabe que a desculpa-prerrogativa dos meus textos (na verdade, só me pediram para escrever, e eu adoro escrever, e é só isso) é falar sobre personagens e histórias pouco conhecidas, especialmente da Bíblia. Curiosamente, até alguns dos 12 discípulos de Jesus entram nesse perfil.

Levando o Facebook para a Jerusalém do século I da Era Cristã, podemos imaginar Pedro com muitos amigos, Paulo com muitos textos compartilhados, João com várias fotos de Patmos cheias de curtidas, mas teríamos também os apóstolos menos bombados no Instagram, tipo Bartolomeu, Simão e Filipe. Agora vamos nos ater a esse último, Filipe, e ver a conexão entre ele, Iuri Gagarin, e, quem sabe... você. Se possível, leia João 14:1-9, numa Bíblia em sua casa, ou na internet.

Jesus era o líder de Filipe (e dos outros onze) já fazia alguns anos. Moravam juntos. Viajavam juntos. Faziam milagres juntos. Pregavam juntos. Jesus já tinha dado provas de que era Deus. Mas Filipe não tinha enxergado isso, como vemos em seu pedido a Jesus: “Mostra-nos o Pai”; em outras palavras, “Onde está esse Deus que eu não estou vendo?”.

Essa é uma lição para as pessoas que, aparentemente, estão “próximas de Jesus”, que têm hábito de ir à igreja e se dizem convertidas e seguidoras da Bíblia. Você reconhece a Divindade de Jesus? Se a resposta for “não”, saiba que até na casa de Jesus alguns dos seus melhores amigos também não a reconheciam.

O quanto deve ter sido difícil pra Jesus ouvir isso de Filipe, seu querido discípulo, um dos primeiros que se uniram a Ele! Jesus deve ter se sentindo inútil, pregando para as paredes durante anos. E será que Ele sente isso hoje em dia? Em relação a nós? Será que O estamos ouvindo? Atentando para suas promessas?

Eu disse que essa era uma lição para aqueles que estão “próximos de Jesus”, mas não exclusivamente pra esses. As palavras (erroneamente atribuídas) de Iuri Gagarin mostram um ceticismo muito presente no mundo atual, talvez compartilhado por você. Um Deus que não se vê não pode ser real, certo? Há lógica nisso?

Carl Sagan, que, a propósito, era agnóstico, dizia que “ausência de evidência não é evidência de ausência”. Ou seja, não haver provas de que algo existe não é prova de que esse algo não exista. Li essa frase, recentemente, no livro “História da Vida”, de Michelson Borges, e que eu recomendo (se decidir comprar o livro, dê o meu nome ao vendedor José de Freitas, e pisque o olho esquerdo - é o sinal da minha comissão.).

Eu tenho muita empatia com quem não vê Deus ao olhar para o mundo, para a História, e para a própria vida. Nunca deixo de agradecer a Deus a bênção/oportunidade/sorte de ter sido apresentado devidamente a Ele, na infância, período anterior a minha fase atual, recheada de ceticismo e frieza. Mas a verdade é que a maioria das respostas para a falta de Deus pela ótica da lógica bate no muro da própria lógica, e volta. Se não pode haver um Deus eterno porque nisso não há lógica e nem pode ser provado, como pode haver um Universo tão perfeitamente milimetrado para existir, se isso não for, no mínimo, inexplicavelmente ilógico?

Não tenho tempo (de fato, não tenho é capacidade, mas vamos dizer que é “tempo”) para tecer mais sobre esse assunto. Mas se você for cético-racional o suficiente para ter coragem para tal coisa, procure saber mais das crenças de diversos pensadores famosos sobre a existência de Deus, como C.S. Lewis.

Termino com uma declaração dele: "Se o Sistema Solar, o aparecimento de vida e a evolução completa do homem são consequências de um mesmo acidente, então todos os nossos pensamentos são meros acidentes. Mas se os pensamentos são meramente produtos acidentais, por que deveríamos acreditar que eles são verdadeiros? Eu não vejo razão para acreditar que um acidente fosse capaz de fazer um relato correto de todos os outros acidentes.” (“História da Vida”, Michelson Borges).

Não peço que concordem, espero que reflitam!

Desafio do JOBS: A quem foi feito o pedido de Daniel para comer apenas legumes?
Resposta semana que vem.
Resposta da semana passada: Filipe (João 14:9).

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O GRITO


O GRITO
(Por Sérgio Mafra)

Ora, Jericó fechou-se e estava fechada por causa dos filhos de Israel: nenhum saía nem entrava. Então, disse o SENHOR a Josué: Olha, tenho dado na tua mão a Jericó... Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, cercando a cidade uma vez; assim fareis por seis dias. E sete sacerdotes levarão sete buzinas de chifre de carneiro diante da arca, e no sétimo dia rodeareis a cidade sete vezes; e os sacerdotes tocarão as buzinas. E será que, tocando-se longamente a buzina de chifre de carneiro, ouvindo vós o sonido da buzina, todo o povo gritará com grande grita; e o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá nele, cada qual em frente de si... E sucedeu que, ao sétimo dia... tocando os sacerdotes a sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o SENHOR vos tem dado a cidade! Gritou, pois, o povo, tocan­do os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande grita; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada qual em frente de si, e tomaram a cidade.  Josué 6:1-5, 15, 16 e 20.
 
Independentemente de você ser ou não cristão, essa é uma boa história, afinal, temos arqueologicamente evidências da existência da cidade de Jericó. Ela foi descoberta em 1868, a 28km ao nordeste de Jerusalém, perto do Mar Morto. As primeiras escavações foram realizadas entre 1908 e 1910, pelos alemães E. Sellin e C. Watzinger, 240m abaixo do nível do mar. A “cidade da lua”, nome derivado provavelmente da adoração ao deus-Lua - “Yarih” ou “Yerah”. Entre 1930 e 1936 houve uma 2ª campanha arqueológica, dirigida pelo inglês John Garstang; finalmente, entre 1952 e 1959 houve a 3ª e última campanha. 
 
A primeira surpresa surgiu quando se verificou que Jericó seria a cidade mais antiga do mundo, pois foram encontrados restos de uma muralha de defesa (com 6m de largura, com outro muro de 2m de largura pelo lado de dentro e uma torre de 9m, ainda faltando seu topo, de onde se calcula que todo o muro tinha cerca de 9m de altura com as torres mais altas, um pouco), datada de aproximadamente 4.000 a.C. Então, Jericó erguia-se num fértil oásis, de abundantes palmeiras e tâmaras, com copiosas nascentes de água. Os habitantes da cidade enterravam os seus mortos debaixo do piso das suas próprias casas e temos indícios de que ela foi destruída e reconstruída diversas vezes ao longo de sua história.
 
Agora imaginemos a situação, trazendo para o contexto bíblico: um povo que tinha a sua frente uma cidade fechada, com grandes portões de madeira, provavelmente reforçados com ferro, e uma gigantesca muralha. Que desafio, não? E, inusitadamente, Deus dá uma ordem difícil de acreditar: marchem ao redor da cidade e, ao sétimo dia, gritem.
 
Desse texto poderíamos tirar várias aplicações, mas hoje gostaria de abordar, especificamente, uma: o grito.
Sabe quando os problemas, os desafios e obstáculos parecem tão grandes na sua frente que você não consegue enxergar uma saída no meio deles? Eu já passei por algumas situações assim e experimentei a força que tem o grito, seja ele interno ou externo. Chega um momento da sua história em que você precisa gritar, pra você mesmo ou para os outros. A gente precisa dizer “não” para aquele relacionamento destrutivo ou para aquele amigo que só nos diminui, dizer “não” para a preguiça ou o desânimo de estudar, de procurar emprego ou de começar uma vida mais saudável e praticar exercício físico; “não” para o trabalho que toma tanto seu tempo que não permite que você dê valor às pessoas que realmente importam.  E dizer “sim” para a vida, “sim” para o respeito próprio, “sim” para o amor e “sim” para Deus!
 
Qual o grito que você precisa dar hoje? O que precisa ser derrubado?
Confie, marche e grite!
Boa semana e muitos gritos pra você!