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sexta-feira, 8 de junho de 2018

OU VOCÊ ACREDITA OU PRECISA VENCER ESSA INCREDULIDADE...



OU VOCÊ ACREDITA OU PRECISA VENCER ESSA INCREDULIDADE...
Denize Vicente - Rio de Janeiro - RJ

Damos desculpas. Inventamos razões para não acreditar na vida, no mundo, nos outros. Não importa se pensamos que eles nos dão razão pra isso, a verdade é que só entramos nessa de "desacreditar" quando queremos. Deliberadamente, só depende de nós. Afinal, quantas vezes um colega, uma namorada ou um amigo vacilou com você e mesmo assim, na semana seguinte, ou um tempo qualquer depois, lá estavam vocês, novamente, de papo, abraçados, sorrindo como crianças, amoravelmente?

Dizemos que a humanidade não tem mais jeito; mas enquanto fingimos que acreditamos nisso, continuamos tendo filhos, na esperança de um mundo melhor. Dizemos que os políticos não merecem credibilidade; mas seguimos votando nas eleições, ao argumento de que são obrigatórias, quando bastaria pagar aquela multa de "excessivos três reais e poucos centavos"; no fundo, votamos porque ainda não inventamos uma desculpa suficientemente satisfatória e continuamos acreditando, timidamente, que o nosso candidato pode fazer a diferença.

Somos todos crentes, enquanto não criamos uma boa desculpa para não acreditar. Uma desculpa que nos convença. E a razão que encontrarmos, na verdade nunca estará no outro, nunca vai estar lá fora. Será sempre interna. E como a incredulidade não faz parte da nossa natureza, é preciso uma dose de esforço e energia, até para os mais pessimistas, para desacreditar na vida, no mundo, nos outros. O problema é que, quando conseguimos, enfim, nos tornar descrentes, também nos tornamos insuportáveis, e desacreditamos de tudo, de cada coisa, de todas as pessoas.


Valéria – minha amiga querida que se foi, mas ficou - me dizia que devemos perdoar e recomeçar tantas vezes quantas nosso coração determine. Perdoe. Apague. Siga em frente, não importa o que digam os outros. Tantas vezes quantas quiser. Erraram com você? Há motivo para nunca mais acreditar? Nunca mais perdoar? Mas seu coração quer continuar acreditando? Então, apague outra vez. Perdoe. Continue o caminho, siga acreditando, ninguém manda no seu coração. Perdoe quantas mil vezes quiser. Para que nunca, nunca mesmo, exista a dúvida: e se eu tivesse dado uma outra chance?

A razão para crer e também para não acreditar que a vida é bela e as gentes são boas nunca estará no outro, mas sempre dentro de você, que vai aprender, mais cedo ou mais tarde, que há imperfeição nas coisas mais perfeitas, e uma certa humanidade em tudo o que é mais divino. Enquanto não descobre essa verdade real, o homem segue pensando que tudo é perfeito e tudo é divino. Não admite erros. É um chato!

Mas, enfim, quando percebe, tem a opção de aceitar suas próprias limitações e os limites do outro e por isso mesmo, ou apesar disso, continuar crendo... Ou pode lavar as mãos e tornar-se insuportável.

A vida é para todos que nascem.
Mas a felicidade, acredite, ainda está reservada apenas aos que creem.

“Se eu posso?”, perguntou Jesus. “Qualquer coisa
é possível para aquele que crê”.
O pai imediatamente respondeu:
“Eu creio; ajude-me a vencer a minha incredulidade!”

terça-feira, 3 de outubro de 2017

CRENÇAS - 26


CRENÇAS - 26
Airton Sousa – Direto de Paciência - Rio

Até hoje sinto aquela sensação de desespero e tristeza que senti quando recebi a notícia pelo celular: “O nosso José Carlos faleceu.”.

Não era possível... Uma pessoa que até ontem estava por aí, dando alegria e servindo a todos, de repente, por conta de um infarto, morre assim de uma hora para outra. O desespero que tomou conta de todos foi grande. Os médicos informaram que ele morreu sentado, enquanto conversava. Foi um ataque fulminante que pegou todo mundo de surpresa. Os amigos apareceram rápido para nos confortar. Minha irmã Bete, a viúva, estava inconsolável; meus sobrinhos, desesperados. Que dia triste! Para nossa família foi uma sensação muito diferente de tudo o que já havíamos experimentado... Somos uma família enorme, mas não temos histórico de doença e mortes na família. Nenhum de nós havia, até então, passado um único dia dentro de um hospital. Foi a primeira vez que nos deparamos com a morte.



Mas tudo muda quando temos esperança. O caixão deixa de ser apenas uma caixa onde escondemos os corpos e passa ser um lugar onde o corpo é mantido até que Deus o chame de volta para a vida. A cerimônia fúnebre é cheia de esperança. Os hinos que cantamos e as palavras ditas pelos amigos, mesmo emocionados, indicam que cremos que a morte é passageira e que haverá a ressurreição.


Mas deixa eu te explicar isso.

Embora muitos acreditem e digam que “nosso querido está com o Senhor, vivendo na alegria eterna, e lá de cima ele está cuidando de nós...”, isso não é verdade.

A Bíblia ensina que a morte é um sono. Ficamos inconscientes: “Os mortos não sabem coisa alguma” (Eclesiastes 9:5). Nossos pensamentos cessam: “Sai-lhes o espírito e eles tornam ao pó. Nesse mesmo dia perecem todos os seus planos.” (Salmos 146:4). Não podemos louvar a Deus: “Os mortos não louvam ao Senhor, nem os que descem à região do silêncio.” (Salmo 115:17).

Os mortos sendo bons ou maus vão ao túmulo. “Este é um ensino bíblico. A falsa crença de que os mortos estão conscientes tem levado muitos crentes sinceros a aceitarem ensinos incorretos.” (Nisto Cremos, página 114)

Mas a história não termina na morte. Embora o salário do pecado seja a morte, Ele prometeu a vida eterna em Romanos 6:23: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus e a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”.

Por intermédio de Jesus Cristo, Deus tornou possível a redenção, a vida eterna do homem. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” (Romanos 5:12)

Algum dia este mundo tremerá novamente. Num piscar de olhos a Terra vai tremer. Corpos empurrarão a terra e romperão a superfície do mar. E nós ouviremos a voz do pai chamando seus filhinhos. Todos pelo nome. Será um dia glorioso.


“E quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (I Coríntios 15:54-55).

Eu agradeço a Deus pela promessa da ressurreição. Nós não tememos a morte, pois cremos que quando Cristo aparecer para buscar a todos, até nossos queridos que já morreram, todos ouvirão a voz de Jesus. Os justos mortos e vivos serão glorificados e levados com Ele.

Que grande dia será esse! Que esperança maravilhosa! Que conforto para Camila, Carina e Mateus verem novamente seu pai e abraçá-lo, dizendo: Nunca mais iremos nos separar!


“E Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima...”

terça-feira, 26 de setembro de 2017

CRENÇAS - 25

CRENÇAS - 25
Airton Sousa - Direto de Paciência – Rio

Em 1962 Wayne Hooper compôs esta canção, especialmente para uma sessão da Conferência Mundial da Igreja Adventista. Desde então a música virou sinônimo da crença da Igreja Adventista do Sétimo Dia na segunda vinda de Cristo.

“Oh, que esperança vibra em nosso ser
Pois aguardamos o Senhor
Fé possuímos que Jesus nos dá,
Fé na promessa que nos fez.
Eis que o tempo logo vem,
E as nações daqui e além
Bem alerta vão cantar:
Aleluia! Cristo é Rei!
Oh! Que esperança vibra em nosso ser,
Pois aguardamos o Senhor”

Passei minha adolescência cantando essa música; e agora, muito tempo depois, essa voltou a ser minha fé. Eu tenho essa esperança!


Ele voltará! Virá num piscar de olhos, ao som de trombetas virá com muitos anjos.

Ainda hoje acredito nesta promessa: “Eu voltarei”.

No texto “Crenças - 9” eu falei aqui da ressurreição de Jesus Cristo, e se nós acreditamos na ressurreição, então é certeza que o restante da história é verdadeiro. Por causa da ressurreição tudo muda. Se Ele ressuscitou, é certo que voltará.

“Voltarei e os levarei para mim” (João 14:3).

Será num piscar de olhos, rápido como um relâmpago desponta no oriente e se mostra no ocidente, ele voltará. “O sol escurecerá, as estrelas cairão do céu e os corpos celestes serão abalados.” O chão vai tremer, o céu vai roncar, o mar vai se enfurecer, os montes se abalarão.

A volta de Cristo será visível para todos os habitantes do planeta. Onde você estiver, nesta Terra, se estiver vivo, poderá vê-lO voltando: “Vede, ele vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo os que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.” (Apocalipse 1:7).

A volta de Cristo será audível também; onde você estiver você ouvirá: “E ele enviará os seus anjos com som muito forte de trombeta...” (Mateus 24:31).

A volta de Cristo provocará uma grande ressurreição: ”Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.” (I Tessalonicenses 4:16).

A volta de Cristo reunirá todos os santos com Ele: “Pois o mesmo Senhor descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morrerem em Cristo ressurgirão primeiro.” (I Tessalonicenses 4:17).

Que grande dia será aquele dia, quando Ele voltar! E será assim como prometeu: “Eu voltarei, e os levarei para mim, para que vocês estejam onde eu estiver.” (João 14:3).

A volta de Jesus é real, literal e pessoal. Quando Ele subiu ao céu, lodo depois da sua ressurreição, Ele enviou anjos para declarar que o mesmo Jesus feito de carne e osso voltaria, da mesma forma que subiu (Atos 1:11).


“Nenhuma linguagem pode descrever a glória daquela cena. A nuvem viva, de majestade e glória inseparável, aproximava-se ainda mais e pudemos claramente contemplar a adorável pessoa de Jesus. Não trazia Ele uma coroa de espinhos, mas a coroa de glória repousava sobre sua santa fronte. Sobre sua veste e coxa estava escrito um nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores. Seu rosto era tão fulgurante como o sol do meio dia. E os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes, e disseram aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que Se assenta no trono, e da ira do Cordeiro. Porque chegou o grande dia da ira e quem é que pode suster-se?” (Apocalipse 6:15-17).

Apesar de tudo que sabemos sobre a volta de Jesus, uma coisa é certa: “O dia que Ele voltar será um dia de alegria e recompensa. Aqueles que passaram despercebidos na Terra serão reconhecidos no Céu. Aqueles que nunca ouviram a aclamação dos homens ouvirão a alegria dos anjos. Aqueles que perderam a bênção de um pai ouvirão a bênção do seu Pai celestial. O pequeno será grande. O esquecido será lembrado. O desconhecido será coroado e o fiel será honrado.” (Deus está no controle, Editora Mundo Cristão, página 182).

Será um dia de tristezas e perdições. Não para você, nem para mim. Eu O verei. Você O verá. Nós O veremos porque nós O conhecemos e diremos: “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará.” Isaías 25:9.

Nós temos esta esperança, somos unidos em uma única esperança. Arrepie-se! Nós esperamos o retorno do nosso Senhor Jesus Cristo.

Cante comigo esta canção:


terça-feira, 19 de setembro de 2017

CRENÇAS - 24


CRENÇAS - 24 
Airton Sousa - Direto de Paciência – Rio

Por várias vezes tenho falado, neste blog, do bairro onde moro, aqui deste lado da zona oeste do Rio de Janeiro. Paciência. Pense num lugar longe! Agora pense num lugar mais longe ainda do que o lugar que você pensou e chegará a Paciência.

Ah, mas aqui tem um pôr do sol que eu nunca vi em lugar nenhum!

Então pense num pôr do sol...


Por que olhamos o pôr do sol e ficamos admirados com esse céu noturno? Por que ficamos impressionados com as nuvens e suas formas? Que fascinação há em contemplar a natureza! Ela sugere um Criador imenso. Um Deus imenso, poderoso.

Sabe, quando comecei esta série (CRENÇAS), eu firmei um compromisso com a Diretoria deste blog. Eu queria permissão para falar das minhas crenças, queria estudá-las. E foi uma série muito útil para mim. Para cada texto precisei pesquisar, e nessa busca eu fui conhecendo muito da natureza de Deus. Fiquei impressionado com a exposição do plano da salvação! Descobri o caráter de Deus através da sua lei, que é perfeita e que me conduz à cruz.

Se você acha que Deus foi poderoso e amoroso, espere para ler o tema de hoje.


“Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado.” – Daniel 8:14

A crença no Santuário Celeste é um dos pilares fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Ao final dos 2.300 dias mencionados em Daniel, Jesus Cristo entrou no lugar santíssimo do santuário celestial, na presença de Deus, para levar a efeito a obra final do seu plano de redenção e iniciar os preparativos para seu retorno a esta Terra.

Deus, motivado por Seu amor e guiado por Sua divindade, mais uma vez nos surpreende com Seu amor infinito. Existe um santuário no céu, no qual Jesus, como Grande Sacerdote, ministra em nosso favor. Nesse local fica o trono de Deus e Seus anjos. Jesus está terminando Seu trabalho tornando acessível Seu sacrifício por nós, aplicando Seu sangue em nossos registros para que cada um possa se tornar justo e pronto para a vida eterna.

Como antigamente eram os pecados do povo transferidos, em figura, para o santuário terrestre mediante o sangue da oferta pelo pecado, assim nossos pecados são de fato transferidos para o santuário celestial, mediante o sangue de Cristo. Ele está fazendo um exame dos livros de registros para determinar quem, pelo arrependimento dos pecados e fé em Cristo, tem direito aos benefícios de sua expiação. A purificação do santuário, portanto, envolve uma obra de juízo investigativo.” – História da Redenção, CPB, página 378.

Embora muitas vezes a gente não entenda os planos de Deus, ou o sentido exato das profecias, é importante a gente crer que agora, neste exato momento, Ele está olhando para os meus erros e apagando-os com Seu sangue. Isso se chama expiação.

Quando esse trabalho terminar, Jesus Cristo voltará a esta Terra e trará a recompensa para cada um que O esperou.

Prepare-se, porque será um dia que ficará marcado. O dia que Jesus Cristo colocará a mão no seu queixo e dirá: Filho, eu nunca me esqueci de ti, por isso voltei para te buscar. Bem-vindo ao lar!


Uma ótima terça-feira pra você!

terça-feira, 12 de setembro de 2017

CRENÇAS - 23


CRENÇAS - 23
Airton Sousa - Direto de Paciência – Rio

Quando chego à crença 23, me vem uma inquietação. Como escrever um texto sobre a família sendo eu solteiro? Mesmo já tendo participado de alguns casamentos, fui lá na condição de solteiro, de convidado, de padrinho, de amigo do noivo ou da noiva, ou de ambos, mas nunca na condição de noivo. Ser solteiro não foi só uma opção minha, devo ser sincero; foi culpa minha também. Demorei muito para escolher e acabei não sendo escolhido. Mas eu e a solteirice que me foi reservada convivemos muito bem. Criei dois filhos nessa condição e sou feliz assim.

Lembrei que Jesus também era solteiro e compareceu a um casamento; lá Ele realizou Seu primeiro milagre.

Você pode ler a história em Mateus 19:3-6.


O fato de Jesus ter estado nesse casamento e feito o milagre da multiplicação do vinho, me mostra que embora Ele não tenha casado, em função do seu ministério como Messias, apoiou e honrou o casamento como instituição divina. Deus sabe o que é melhor para o homem e por isso mostrou a indissolubilidade do casamento. “O que Deus juntou não separe o homem.”

Li um texto em que Peter Marshall, fala sobre o casamento. Era algo mais ou menos assim: Quando nos apaixonamos de verdade, não é apenas atração física. Se for só isso, não vai durar muito. O ideal é também uma atração espiritual. Deus abriu os nossos olhos para ver a alma de alguém e nós nos apaixonamos pelo interior da pessoa... Por isso é que Deus é a peça principal do romance. Para começar, foi Ele que elaborou tudo. Faça com que Ele esteja em casa e seja parte de seu casamento, e Ele vai levar o seu casamento para um outro nível; acima do nível mundano, para algo raro, lindo e duradouro.


Certa vez eu fui convidado para um casamento. A ordem do noivo, que por acaso era o meu filho, era que eu deveria usar terno; de qualquer jeito! Naquela época eu não usava ternos e sentia arrepios terríveis só de pensar nessa possibilidade. Mas eu era o pai do noivo e também seria o celebrante do casamento. Que situação! Mas eu caprichei nos detalhes... Queria que meu filho sentisse orgulho de mim no dia mais feliz da sua vida.

Eu comparei o casamento a uma viagem que eles estavam iniciando e as minhas palavras foram mais ou menos as seguintes:

Filhos, tenham sempre na mente que essa pessoa que está ao seu lado é a pessoa que você escolheu para ser seu companheiro ou companheira nessa viagem.

Não briguem e nem acusem um ao outro por algo errado no percurso da viagem. Procurem descobrir a origem do erro, vejam o que é possível fazer para repará-lo e fiquem atentos para não repetir o mesmo erro. Cada um deve reconhecer suas próprias falhas. Ninguém é perfeito. Todos estão cercados por limitações.

Não guardem mágoas ou ressentimentos. O perdão é o lenitivo para o coração. Perdoem-se mutuamente.

Conversem, conversem muito. Repartam seus problemas, compartilhem suas dúvidas e dificuldades. Não escondam absolutamente nada um do outro. O casamento morre com a primeira mentira. A mentira, além de minar a confiança, abre precedentes para outras mentiras e cada vez maiores.

O casamento é uma viagem de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos que não chegaram a se realizar.

Lembre-se, William, meu filho, agora você é o cabeça do lar e, como tal, tem a solene tarefa de proteger e amparar a Juliana. Você é o provedor de todos os meios necessários para o bem-estar físico, moral e espiritual da Juliana e também do seu filho, Ryan, que está para nascer.

Nunca exija da Juliana obediência e submissão cegas porque você é o cabeça do lar. Autoridade não se impõe; ela é conquistada pela força do amor. Simplesmente ame-a verdadeiramente.

Juliana, respeite o William como seu marido e aceite a missão que Deus confiou a ele. Dê preferência, sempre, ao juízo do seu esposo.

Sejam sempre românticos. Tenham sempre palavras carinhosas. Gestos românticos como um beijo e um abraço serão verdadeiros amortecedores de choques e uma fonte de água para dessedentar o cansado viajante.

William, traga flores ao voltar para casa.

Juliana, sempre o receba cheirosa e com um sorriso de felicidade.

Juliana e William, o mais importante numa viagem é a chegada. Na vida existem muitas estradas com rumos e destinos incertos, muitos atalhos perigosos que atrapalham a chegada.

Imaginem que agora vocês têm um destino a chegar. De mãos dadas, alegres, às vezes tristes, sorrindo e às vezes chorando, vocês começam a caminhada rumo a um alvo mais elevado. Que o alvo de vocês seja tornarem o lar de vocês, junto com o Ryan, um pedacinho do céu.

Não se esqueçam de convidar um quarto personagem para morar com vocês. Deus. Ele deverá ser o melhor amigo e companheiro de vocês nessa viagem. Que sejam quatro as pessoas que irão compor esse novo lar: William, Juliana, Ryan e Deus.
E se Ele não estiver na viagem é possível que vocês percam o rumo.

Boa viagem e que Deus os abençoe!

Taí, esses foram os meus conselhos quando meu garoto casou e hoje desejo o mesmo para todos os casais que estão lendo este texto. Que Jesus Cristo seja o convidado especial do seu casamento e que vocês sejam felizes até que a morte os separe!

Boa terça-feira!