Mostrando postagens com marcador bênçãos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bênçãos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

CAFÉ DA MANHÃ NO HOTEL

CAFÉ DA MANHÃ NO HOTEL
Airton Sousa - Direto de São Paulo

Uma das melhores coisas de uma viagem é café da manhã de hotel. Sou apaixonado por isso.

Resolvo começar com um prato de melancia e melão. Posto a foto na rede social e pergunto para uma amiga muito entusiasta das leis de saúde e reeducação alimentar:
- Rose, melancia e melão pode né?

Ela responde automaticamente: “Pode, mas você precisa saber que se vai comer melancia e melão no café da manhã não precisa comer mais nada.”.

Pronto, fui brincar com um assunto tão sério e agora não sei o que faço com esse banquete a minha disposição... Cereais, iogurtes, bolos secos, pães, frios, queijos, manteiga, requeijão, geleias, leite, café e sucos, e as frutas, já cortadinhas.

Então resolvo fazer diferente. Decido não comer melancia e melão; assim posso comer todas as outras coisas. Sou um gênio!


Essa história toda de café da manhã me remete ao “maná”. A Bíblia conta a história do povo judeu, que peregrinou por mais de 40 anos pelo deserto. E durante aquele tempo todo não havia comida suficiente para o povo - mais de 3 milhões de pessoas. E Deus mandava o alimento do céu diariamente, que eles chamavam de “maná”.

Diz a lenda que a primeira vez em que viram aquele alimento caindo do céu, eles não sabiam o que era e fizeram a pergunta: “Maná?”, que, traduzido, quer dizer: “O que é isso?”.

Durante aqueles anos todos em que o povo ficou no deserto, o maná nunca deixou de cair. Somente quando eles chegaram à terra prometida e comeram do fruto da terra é que o maná cessou.

Josué 5: 12 - E cessou o maná no dia seguinte, depois que comeram do fruto da terra, e os filhos de Israel não tiveram mais maná; porém, no mesmo ano comeram dos frutos da terra de Canaã.

As bênçãos de Deus são diárias e Ele as renova e traz soluções novas para cada dia.

Eu desejo um dia farto de muitas coisas boas e gostosas, hoje, para você. Que tudo seja novo!

Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo.” (II Coríntios 5:17).

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

EU CONTO... VOCÊ CONTA...



EU CONTO... VOCÊ CONTA...
Denize Vicente – Rio de Janeiro – RJ

Se você pudesse pedir umas coisas, nesta vida tão cheia de dores... Se pudesse marcar (x) numa lista de opções... O que você pediria?

Pense bem. O ano de 2019 começou amargo, muito amargo. Provavelmente este ano eu não vou acompanhar aqueles especiais de “Retrospectiva” que passam na TV, porque vai ser duro recordar o tanto de tragédias e tristezas que invadiram nossa vidinha em 2019...

E talvez até por conta disso a gente tenha se esquecido de que é preciso contar as bênçãos. E reconhecer as bênçãos, mesmo nas pequenas coisas. Ver as pequenas coisas como bênçãos é um exercício, que exige prática até se tornar um hábito. 


Novembro de 2019. Se você pudesse escolher pedir umas coisas, a esta altura do campeonato (e nem estou falando de futebol), o que você pediria? Tudo? Ou nada? Eu fiz minha lista. E me dei conta de que já posso “ticar” muita coisa muitas bênçãos. Quase perdi a conta. 

Acompanhe comigo:

Eu não quero nada. Só um pouco de atenção, um pouquinho de carinho, umas férias de 100 dias, dinheiro que não me falte, sorrisos que sobrem, um suco de manga. Só um bocado de dengo, o colo da minha mãe, um beijo de quem me ama, um golaço do Flamengo, um grito de "É campeão!". Um verão de onze meses, um frio de muitos graus, 28 positivos, e um ócio criativo. Um chinelo gostosinho, a companhia do meu pai, umas sandálias de salto, crianças cantando alto.

Quero nada não, menino... Só um pouco de azeitonas com um prato de lentilhas, arroz fresquinho com alho, e suco de abacaxi. Um dia de sol numa ilha, uma passada na feira, eu e minha irmã, uma blusinha de seda, um canto de bem-te-vi. Acordar depois das dez, massagem nos pés. Só quero uma água de coco, um sorriso de moço, um-banquinho-um-violão, amor cantado em canção.

Não quero nada, acredite. Só uma flor no jardim, uma surpresa de noite, um filminho, um cobertor. O abraço das crianças, a baguncinha de amigos. Um bocado de sorvete, uma escultura de enfeite, e um bilhete de amor. Igrejas em vez de presídios, balas só de chupar, homens que tenham palavra, o rio correndo pro mar. Uma boa gargalhada, um sono tranquilo, paz. Brincadeira de criança, biscoito na prateleira, poder dizer "tanto faz". Um retrato na parede, livro na cabeceira, umas taças de cristal. Uma bolsinha lilás, um pouquinho de doideira, alface e tomate com sal.

Não quero nada, me entenda. Apenas a lua cheia, um pouco de doce de leite, toalhas de banho cheirosas, comidinha com azeite. Amanhecer com vida, adormecer tranquila, ficar bem em qualquer roupa, não ter de entrar numa fila. Um céu azul, confetes, vaga pra estacionar, e a opção do angu, no lugar do caviar.

Não faço questão de nada.
Só isso. Só isso, mais nada.
Quero nada, além do tudo.

E você? Quanto de tanto você já tem? 
Conte as suas bênçãos. 


E mesmo que a luta e as tristezas estejam pesadas demais, não desanime. Ainda assim, conte as suas bênçãos. Veja o que há por trás das nuvens. Você vai ficar surpreso com o quanto Deus já fez!


domingo, 25 de outubro de 2015

“SEU JOÃO VAI PARA O CÉU” - um conto



“SEU JOÃO VAI PARA O CÉU” - um conto
(Por Airton Sousa)

Já estamos caminhando para o último trimestre de 2015. Se olharmos para tudo que foi até aqui, vislumbraremos sonhos e decepções. Parece que foi ontem que tomamos decisões e resoluções para este ano e o tempo passou e muitos de nós não sabemos o que fizemos de todos estes votos e desejos, mas ainda faltam alguns dias para o final do ano. Já escrevi aqui neste espaço sobre o livro “A oração de Jabez”, e fazendo uma releitura, pela quase centésima vez, resolvi copiar uma historinha muito legal e apropriada para estes últimos meses de 2015.

Suponha que Deus quisesse enviar 365 bênçãos para você, neste ano, mas você acabou recebendo apenas algumas. Qual seria a razão? Segue o texto, que eu chamaria de um conto:

Conta-se uma pequena história na qual seu João morreu e foi para o céu. São Pedro o aguardava junto aos portões para levá-lo a um passeio. Ali no meio do esplendor das ruas de ouro, das mansões celestes e dos coros de anjos, seu João observa um prédio bastante estranho. Para ele aquilo se parecia com um enorme armazém – não tinha janelas e havia apenas uma porta. Porém, quando ele pede para entrar, Pedro hesita um pouco:

– Olha, acho que você não quer ver o que existe lá dentro – diz o apóstolo ao recém-chegado.
 
Mas porque deveriam existir segredos no céu?, fica pensando seu João. Que surpresa tão grande poderia me esperar ali? Quando o passeio oficial termina, seu João continua pensando naquele edifício e pede novamente para ver o que há dentro daquela estrutura.
Pedro finalmente cede. Quando o apóstolo abre a porta, seu João quase o atropela em sua ânsia de desvendar aquele mistério. Percebe que o prédio tem corredores e mais corredores de prateleiras, do chão ao teto, cada uma delas repleta de caixas brancas amarradas com fitas vermelhas.

“Estas caixas têm nomes escritos nelas”, nota seu João, pensando em voz alta. Então, ele se vira para Pedro e pergunta:

– Há alguma com o meu nome?
– Sim – responde o apóstolo. Pedro tenta levar seu João para fora do prédio:
– Francamente, seu João, diz Pedro -, acho que, se eu fosse o senhor…

Mas seu João já está bem próximo do corredor “J”, procurando sua caixa.
Pedro vai seguindo atrás, balançando a cabeça. Ele alcança seu João no momento em que este já puxou a fita de sua caixa e está quase tirando a tampa. Ao olhar o interior das caixas, seu João reconhece o conteúdo instantaneamente. Deixa escapar um enorme suspiro, semelhante aos muitos que Pedro escutara tantas outras vezes.

A caixa continha todas as bênçãos que Deus queria ter dado a seu João enquanto ele estava aqui na terra... mas seu João nunca pedira.

“Pedi”, prometeu-nos Jesus, “e dar-se-vos-á” (Mateus 7:7) “Nada tendes, porque não pedis”, disse Tiago (4:2). A bondade de Deus não tem limites. Mas se ontem você não lhe pediu a uma bênção, então você não recebeu aquilo que poderia ter ganho.

(História do seu João, retirada do livro “A Oração de Jabez” – Bruce Wilkinson – Editora Mundo Cristão.)

Hoje eu acordei com esta certeza: “Abençoar faz parte da natureza de Deus!”.