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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

VALORES R$


VALORES R$
Larissa Oliveira – Bento Ribeiro – Rio de Janeiro - RJ            

Você é uma daquelas pessoas que antes de fechar qualquer negócio em sites ou aplicativos considera as avaliações anteriores da empresa/pessoa como um fator crucial para fechar a compra?

Pois é, eu estava navegando pelo “Booking” (site de reservas de hospedagens) e comecei a pensar em como esse nosso hábito de análise é importante, pois além de considerar, sim, o preço das hospedagens, não era isso o que me levava a alugar o imóvel. Apesar de eu também considerar fatores como localização e estrutura, o que me convencia, de fato, ou não, eram os vários comentários de hóspedes anteriores. Cortesia, honestidade, disponibilidade, higiene e simpatia dos anfitriões... O valor moral de alguém ganha nosso coração.

Para pegar um aplicativo de carro pouco importa a marca; o que vale são as estrelas do motorista. Para pedir uma comida as avaliações do fornecedor também são primordiais. Para qualquer compra na internet vamos ao Reclame aqui para ver a reputação de empresa... E por aí vai.

Percebe que no nosso dia a dia damos muito mais valor àquilo que pode nos proporcionar uma experiência positiva dando mais atenção à personalidade e ao “ser” de determinada empresa ou indivíduo? Dentro da nossa cultura do “ter”, isso é no mínimo muito interessante, já que somos avaliados, muitas vezes, pelo que temos e não pelo que somos.

Não é novidade pra ninguém o quão imersos estamos na cultura do consumo em excesso. Trabalhe feito um louco, tenha, consuma e seja feliz... é o que dizem. E pelo jeito essa cultura é antiga e ultrapassa a História. Jesus fala sobre isso e Seus ensinamentos são simples, mas cheios de significados para a vida prática. Pois, no fundo, nós sabemos o que vale de verdade.

Jesus exemplificou isso numa parábola bem curtinha, para ensinar a Seus ouvintes que trabalho e riqueza não são problema. Jesus foi claro quando disse que a riqueza egoísta é que o grande problema. Você pode conferir lá em Lucas 12:16-21.

No fim das contas o que vale são os nossos valores e não os R$. Quando o dinheiro/poder e a busca por ele nos cegam a ponto de não vermos mais o essencial, quando a riqueza não se multiplica em bênçãos para outros... estamos numa zona perigosa de vaidade.

Num dos botes salva-vidas do Titanic havia uma senhora muito rica que pediu permissão para voltar ao navio para pegar algo muito importante. Foram dados a ela três minutos para que retornasse; do contrário, o bote partiria sem ela.

Ela correu pelo convés com certa dificuldade, pois o navio já se encontrava num ângulo bem perigoso. Atravessou o salão de jogos e entrou em seu luxuoso camarote. Rapidamente empurrou para o lado caixas que continham seus anéis de diamante, colares e braceletes, a fim de pegar, na prateleira acima de sua cama, três laranjas. E voltou depressa para o bote.

Alguns minutos antes ela não teria trocado uma caixa de laranjas pela menor de suas joias. Mas agora a morte estava a bordo do Titanic. Como mágica, joias preciosas haviam se tornado sem valor e coisas sem valor haviam se tornado preciosas. Naquele momento, ela trocaria todos os seus diamantes por três laranjas.

          “Pois onde estiverem as suas riquezas, aí estará o coração de vocês.”
Lucas 12:34

Um forte abraço!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

RIQUEZA


RIQUEZA
João Octávio Barbosa – Bangu – RJ

A palavra do dia é RIQUEZA.
Muito já se falou sobre a riqueza. Vou citar aqui algumas frases famosas sobre esse tema:
“O cofre do banco contém apenas dinheiro; frustra-se quem pensar que lá encontrará riqueza.”
“A consciência de amar e ser amado traz um conforto e riqueza à vida que nada mais consegue trazer.”
“Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição.”
“A riqueza de uma nação se mede pela riqueza do povo e não pela riqueza dos príncipes.”
“Rico não é o que mais tem, e sim o que menos precisa.”

A riqueza, de uma maneira geral, se reflete em estar provido de forma bastante satisfatória de algo. Até que se prove o contrário, como vimos na última frase as pessoas pensam em bens monetários, dinheiro. Mas nessa hora eu não consigo evitar pensar em alguém. Deus. Não UM deus. O Deus. O meu Deus. Possivelmente, aquele que você também conhece como Deus, mesmo que não o considere assim. O Deus da Bíblia. E nesse livro, a Bíblia, que Deus chama de “sua palavra”, vemos o seguinte sobre a nossa palavra de hoje, riqueza, pelos seus símbolos históricos máximos:

Minha é a prata, e meu é o ouro, disse o Senhor.”

Reparem que nesse trecho do livro do profeta Ageu, Deus reclama o título de possuidor de toda a prata e ouro do mundo, ou, em outras palavras, o dono de toda riqueza mundial. De fato, se virmos pela ótica de que toda esta Terra é criação da mão dele, tudo o que há aqui é dele. Nós, como moradores, podemos ser apenas os mordomos, os cuidadores, seja de muita ou de pouquíssima riqueza, como é o caso da maioria dos que estão lendo.

Deus é muitas coisas, entre elas é a riqueza. Sem Deus não há riqueza. Se você quer riqueza para o seu dia hoje, ponha Deus nele agora!

Hoje é dia de riqueza.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

OSTENTAÇÃO


OSTENTAÇÃO
Por João Octávio Barbosa

Eu sou a pessoa mais rica do mundo. Sim, eu. E escrevo essa coluna com o único objetivo de ostentar minha riqueza na sua cara.


Meu princípio rege o seguinte: rico não é o que mais tem; é o que menos precisa. Por isso, me considero o mais rico do mundo. Deus tem me abonado com tudo o que eu preciso e muito mais do que eu mereço. 


Hoje é aniversário do dólar, a moeda americana. São 231, anos segundo a Wikipédia*. Minha riqueza não envolve ter nenhum dólar no bolso. Mas, como eu disse, aos meus olhos isso não significa nada de importante. Creio eu que Deus concorda comigo. Porque é a principal lição que tiramos do nosso “Perfil Sem Curtidas” de hoje, a viúva pobre de Lucas 21:1-4. Vejamos:

E, olhando ele (Jesus), viu os ricos lançarem as suas ofertas na arca do tesouro;
E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas;
E disse ele: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva;
Porque todos aqueles deram em ofertas a Deus do que lhes sobrava; mas esta, da sua pobreza, deu todo o sustento que tinha.


Com essas palavras, Jesus mostrou a contabilidade diferenciada de Deus. Dá mais aquele que fica com menos. A regra da proporcionalidade gera justiça. Em seu livro “Como Jesus Tratava as Pessoas”, Morris Venden diz o seguinte: “Deus mede nossas dádivas, não pela quantia de dádivas, mas pela quantia que sobrou depois de termos dado.”.

Interessante, não? A viúva deu meros centavos, mas era tudo o que ela podia. Os ricos deram muito, mas ainda muito sobrou. Não é a toa que Jesus afirmou antes que era muito difícil o rico entrar no Céu. Muito difícil não é impossível, é verdade, mas é mais desafiador. O desapego deve ser maior para quem já tem muito.

Mas rico não é o que mais tem; é o que menos precisa. Do que você precisa?
O que você escolhe ser sua prioridade? O jovem rico que era obediente a Deus e queria seguir a Jesus não conseguiu “não precisar” de toda a sua riqueza e desistiu de Cristo. Na parábola de Lucas 16, a partir do versículo 12, o agricultor “louco” não conseguiu “não precisar” guardar as sobras da sua lavoura, em vez de ajudar o necessitado.


Existe alguma coisa na sua vida que você não consegue “não precisar”? A despeito de riqueza, dólar, viúva pobre, ostentação e necessidade, o texto de hoje, na verdade, é sobre coração. Está seu coração entregue a Jesus? Só duas moedas, ou uma grande soma de notas? Cuidado com a pegadinha! Aqui, a resposta ideal para Jesus é: “só as duas moedas”, porque elas representam TODO o seu coração.

Como é bom, para mim, saber que Deus enxerga as minhas atitudes pela ótica das minhas intenções. A clássica frase “De boas intenções o inferno está cheio” é um atentado grotesco aos princípios bíblicos. Jesus não vê como vê o homem. Não se engane também. Abra seu coração. Ele é mais importante do que a sua carteira.


Não peço que concordem, espero que reflitam!


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Referência: