Mostrando postagens com marcador erros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador erros. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de abril de 2019

LIÇÃO NÃO APRENDIDA É LIÇÃO REPETIDA

LIÇÃO NÃO APRENDIDA É LIÇÃO REPETIDA
Larissa Oliveira – Bento Ribeiro - Rio de Janeiro - RJ
        
Mas de novo!? Até quando? Por que sempre a mesma coisa?

Se você nunca ouviu nem falou nenhuma dessas expressões você é um privilegiado, sim!

No meu ofício uma das ações mais importantes a se fazer no dia a dia é a da repetição - seja de um conceito, de uma prática, de uma ideia. A repetição é uma técnica de aprendizagem em que você sinaliza pro seu cérebro o quanto aquilo é importante aprender/fixar.


Conversando com algumas pessoas e analisando situações que sempre ocorrem na minha vida (e na de amigos ou conhecidos), parei para pensar que talvez eu não esteja aprendendo as lições que preciso e com isso elas se repetem e repetem e repetem... até que eu as tenha aprendido! Creio profundamente que Deus nos dá oportunidades de sermos pessoas melhores colocando situações em nossa vida, muitas vezes semelhantes, para que possamos desenvolver um caráter cada vez mais perfeito.

O Salmo 78 é um salmo da autoria de Asafe. É um poema onde ele relata um pouco da história antiga de Israel. Lá você encontra um revezamento de declarações sobre as frequentes crises de rebeldia, resistência e birra do povo, em contraste com descrições da lealdade de Deus. A vontade do salmista, traduzida profundamente em suas palavras, é que os erros da geração passada não se repitam na geração presente.

“Meu povo, escute o meu ensino e preste atenção no que estou dizendo!”
Salmos 78:1

Faça a leitura do Salmo 78 e perceba que Deus, inúmeras vezes repetiu lições ao seu povo, mas infelizmente não gerava aprendizado e eles caiam no mesmo erro. O deserto não é lugar de morada é lugar de experiência/formação. Aquele povo não precisaria ter passado tanto tempo no deserto se tivesse aprendido as lições importantes da vida. Deus não poderia conceder uma terra tão linda e próspera a um povo tão cheio de caprichos, teimosias e tão inconstante!

Sabe o que isso me ensina?

Que preciso reconhecer o que tem se repetido no meu dia a dia e me colocar numa posição de aprendiz.

Agir com humildade e saber que muitas vezes o único culpado por isso ou por aquilo sou eu mesma.

Como estou agindo, pois meus relacionamentos nunca dão certo? Por que não consigo me fixar num emprego? Por que as pessoas sempre se afastam de mim?

Enfatizei algumas vezes, em textos anteriores, a importância de cuidarmos do nosso lado emocional... Busque ajuda se for preciso, mas não adie momentos únicos e maravilhosos de sua vida por ter que repetir lições não aprendidas.

Passaremos para a próxima lição quando aprendermos a atual. Isso é crescimento.

Como grande mestre, Deus o ensina com misericórdia e seu objetivo é fazer você alguém melhor a cada dia!



Um forte abraço!

segunda-feira, 7 de maio de 2018

UM DRAMINHA PRA CADA UM


UM DRAMINHA PRA CADA UM
Priscila Pahim - Rio de Janeiro/RJ
  
Alguma vez na sua vida você desejou fazer o que era correto e pelas circunstâncias acabou tomando a decisão errada? Bem, eu não sei você, mas eu sempre quero fazer o que é certo, só que... algo acontece no meio do caminho que, simplesmente, “dá ruim”!


Esse é um drama diário de cada um. Também foi o drama de Paulo, um amigo muito chegado de Jesus Cristo. Paulo disse uma vez para seus amigos romanos que o bem que ele desejava fazer, simplesmente não conseguia, mas o mal que não queria fazer de jeito nenhum, esse ele fazia (Romanos 7:19). Super me identifico, você não?

Todos nós desejamos fazer o bem, ajudar pessoas, viver uma vida correta. Então, não existe essa relatividade, aqui, do tipo “é certo para um e errado para o outro”; o certo é o certo e o errado é o errado. Nós estamos debaixo da mesma legislação e ela nos mostra aquilo que é legal e deve ser feito.


Uma explicação simples para esse drama também está na Bíblia, um trecho intitulado “A Luta Interior” (versão: Nova Tradução na Linguagem de Hoje - Romanos 7:14 a 25). Algumas vezes erramos em decorrência da nossa natureza; nós estamos inclinados a fazer aquilo que não queremos simplesmente porque não somos perfeitos, somos cobertos de falhas. E o que é errado, no geral, é mais fácil de fazer.

Lutamos diariamente e enfrentemos tentações, mas temos uma esperança: se crermos em Jesus Cristo estaremos livres da condenação do erro; não livres das consequências de nossos atos, mas aquele sentimento de culpa não mais nos atormentará. Seremos livres, enfim!

Uma ótima segunda para você... e que Certas Coisas da vida um dia se tornem coisas certas.

Até semana que vem!

terça-feira, 19 de julho de 2016

PADAMENTO

PADAMENTO
Por Airton Sousa

Só pra você saber, ao mesmo tempo em que escrevo, estou ouvindo no phone “Preciosa Graça”, com a Joyce Carnassale. Essa música me acompanha já há alguns meses. É só pra registro, ok? Porque hoje vamos falar de escolhas. Vamos falar de Acã.

Quando Deus derrubou os muros de Jericó e entregou a cidade ao povo de Israel, as instruções foram bem claras: “Não peguem em nada que vai ser destruído. Se ficarem com qualquer coisa que eu mandei destruir, vocês vão trazer desgraça e destruição ao acampamento Israelita.” (Josué 6:16)

Resumindo: não mexam nas coisas.

Durante o tempo que morei em Sampa, frequentei muito a chácara do meu amigão Jorjão, lá em Sumaré, interior do estado. Jorjão é aquele tipo de anfitrião bonachão que recebe com alegria e muita fartura, que faz muita questão da sua visita e deixa isso muito claro pra você. Mas Jorjão também tem lá suas leis e regras. Quem se comporta bem pode retornar no próximo carnaval e será sempre bem-vindo. Quem não se comporta bem, é “padamento” e deixa de ser bem-vindo.

Não se preocupe em achar o significado de “padamento”. Não vai encontrar. A menos que você seja convidado da Chácara do Jorjão. Só lá e aqui no texto. Logo na entrada tem um cartaz com as regras da casa:

“Os Dez Padamentos”.

E o primeiro padamento é este:
“Só mexa no que você trouxe.”
(eu preciso voltar lá pra me lembrar dos outros nove padamentos).

Quando entraram na cidade, todos viram os tesouros espalhados, moedas, prata, roupas caras. Todos viram. Todos cobiçaram. E todos passaram direto, continuaram andando. Mas Acã... Acã olhou para a esquerda, olhou para a direita... por que não pegar? Ele viu, parou, cobiçou e se apossou. Padamento!

Acã, era “padamento” e, por ser “padamento”, cresceu o olho. Fez escolhas erradas. Comprometeu sua família. Trocou as ordens de Deus por coisas. E mexeu nas coisas amaldiçoadas por Deus. Isso é sério.


Gosto de pensar que Acã era um valente e corajoso homem que pertencia à tribo de Judá e que guerreava por uma causa santa. Fazia parte de um povo que tinha uma história de escravidão e sofrimento por mais de 400 anos, que foi liberto por Deus e conduzido pelo deserto até a terra prometida. Talvez Acã tenha tido oportunidade de ouvir todas essas histórias de seus antepassados, oportunidade de ver e comer o maná, o pão do céu, talvez tenha tido a chance de ver com os próprios olhos o poder, as maravilhas e os milagres de um grande Deus.

O que leva uma pessoa, que conheceu e viveu tudo isso, a, ainda assim, trocar tudo por um punhado de pratas? Movido pela ganância, escondeu uma capa babilônica, um pouco mais de 2kg de prata e cerca de 500g de ouro. Esses cobiçados objetos foram enterrados sob a sua barraca.

Tudo escondidinho e já estava pronto para participar da próxima conquista que era a cidade de Ai – aparentemente, era mais fácil ainda, era vitória, na certa. Não foi. Derrota e humilhação. Voltaram para casa abatidos e com um saldo negativo de 36 soldados mortos.

E quando Josué e os anciãos buscaram uma explicação, a resposta de Deus veio rápida: Israel pecou e, por isso, perdeu a batalha. 

Josué convocou o povo a fim de descobrir o culpado para tamanha desgraça que recaía sobre o povo. Josué foi de tenda em tenda, até encontrar.

O pecado de Acã havia sido descoberto. Acã foi condenado à morte; não só ele, mas também toda a sua família! Acã estava metido com coisas amaldiçoadas por Deus.

Aquele foi um dia muito triste em Gilgal.

Para o nosso próprio bem, a história de Acã nos lembra: cuidado com as coisas que você traz para dentro da sua casa.

Os melhores dias acontecem na medida em que confiamos em Deus.

“Se somos filhos do Senhor, e herdeiros de Seu reino
Morreremos para o mal e para o bem renasceremos
Nova vida de perdão, de poder e de vitória
Reinaremos com Jesus, para sempre em sua glória.”

Confie somente em Deus. O resto é tudo padamento!

sábado, 27 de fevereiro de 2016

CONFESSIONÁRIO


CONFESSIONÁRIO
Por Jackson Valoni

Sinto paz quando estou sozinho na cozinha, ouvindo aquele barulhinho da geladeira. Encontro a paz quando ouço o som do ventilador, na sala, com a televisão desligada. Imagino o que deve ser a paz perfeita quando vejo a noite chegando, no verão, sem nuvens no céu, com o sol dizendo adeus. Eu entendo o que é a paz quando termino de ler mais um capítulo do meu livro de cabeceira.

A paz chegou até mim quando liguei pra um amigo do peito - de alma, de sangue - pra pedir perdão por um grande erro que cometi contra ele. Conversei com ele chorando, e continuei chorando depois que desliguei. Havia um remorso constante na minha vida por causa do mal que fiz contra essa pessoa e aquela ligação foi realizada depois de anos de vergonha.

A alegria de ouvir que sou amado por alguém a quem fiz tão mal é constrangedora. As lágrimas que me acompanharam naquela tarde de sexta-feira retiraram uma angústia que eu cultivava dentro de mim. Depois que desliguei o telefone, não sei por quanto tempo permaneci imóvel na minha cama sentindo alívio na alma, sentindo a grandeza do perdão.

Por ser onisciente, Deus conhece tudo e todos. Porém, essa qualidade ímpar do Criador não nos permite esconder nossos pecados. Lembre-se de que Deus perguntou a Adão se ele havia comido do fruto proibido. Deus também perguntou a Caim pelo paradeiro de seu irmão, Abel, após tê-lo assassinado. 

Um coração arrependido encontra o remédio para sua tristeza na confissão. Deus só pode nos dar o perdão se, antes, reconhecermos nosso erro. Reconhecimento, arrependimento e confissão formam a receita para encontrar o perdão do Altíssimo. Afinal, confissão sem arrependimento é mera declaração dos fatos.

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” (I João 1:9)

Há pessoas que preferem viver se escondendo, camuflando seus vícios e maus hábitos, entretanto, em seu íntimo, estão ávidas por momentos de tranquilidade genuínos que, talvez, só tenham encontrado durante a infância. Acostumados aos meios torpes de seu cotidiano, perdem o apreço pela paz da consciência, que não depende de riquezas materiais.

Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. Pois de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca. Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: ‘Confessarei as minhas transgressões ao Senhor’, e tu perdoaste a culpa do meu pecado.” (Salmos 32:3-5)

Deus se agrada quando reconhecemos nossos erros e vamos até Ele, humildemente, confessar o que erramos e o que nos impede de sermos melhores. Quando o coração aperta com o peso da angústia, Deus nos recebe como o alívio para a vida amargurada. O arrependimento genuíno precede o reconhecimento do pecado. “Cada ato, cada palavra, cada pensamento, é tão distintamente notado [por Deus] como se apenas houvesse uma pessoa no mundo inteiro, e a atenção do Céu estivesse nela centralizada.” 1

O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28:13)

Confissão e arrependimento, caminho da paz.

________________

Referência:
WHITE, G. Ellen. Patriarcas e Profetas, p. 127, 2º Edição, 1996. Casa Publicadora Brasileira. Tatuí, SP

quinta-feira, 25 de junho de 2015

TOMANDO AS RÉDEAS

TOMANDO AS RÉDEAS
(Por Carina Baptista)

Oi pessoal, tudo bem? Como está a semana de vocês?
No último texto falei sobre a tendência que temos de querer fazer o bem, mas acabar fazendo o mal. Temos aquela vontade de fazer exatamente aquilo que não gostaríamos de fazer.
Tomando essa afirmação como base podemos pensar em praticamente tudo na nossa vida: queremos ter uma alimentação saudável, mas comemos coisas que não nos fazem bem; queremos ser pacientes, mas nos estressamos com tudo; queremos ser pessoas melhores, mas vivemos errando e errando. 

Não tem jeito. Enquanto estivermos neste mundo erraremos! Mesmo que em algo "pequeno", rápido e que ninguém tenha visto, não importa. A única coisa que importa nessa situação é nosso esforço em sermos pessoas melhores. Certa vez, eu ouvi: "quando você cair, caia de joelhos, busque forças com quem entende e levante o mais rápido possível".

Minha família e eu fizemos um plano semestral na academia, com a esperança de, dessa forma, ter um estímulo para frequentar os treinos assiduamente. Bom, melhoramos bastante, mas ainda temos muito a melhorar. E esse é o caminho. Temos um objetivo, sabemos o que temos que fazer e buscamos fazê-lo. Às vezes, estamos desanimadas e acabamos ficando em casa, mas no dia seguinte vamos. Hoje estou bem mais disposta, corro bem mais que há quatro meses, aguento muito mais peso e falto bem menos.

O que eu quero dizer com tudo isso é que não importa quantas vezes você caiu ou se desviou do seu foco; o que vale é quem lhe ajudou a levantar e onde seus olhos estão fixos agora. Podemos ter a tendência de não fazer exatamente o que queríamos, mas precisamos crer que Aquele que nos criou e nos ama quer e sabe o que é melhor para nós. Não é porque você errou uma vez que está fadado a errar nisso para sempre.

Tenha um objetivo a ser alcançado e lute por ele. Ah! Sabe aqueles projetos? Coloque-os em prática hoje mesmo! :)

Um beijo e até semana que vem!