segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

PRESENTE E FUTURO EM DEUS



Em fevereiro a gente volta, com novos textos pra você,
na ideia de sempre levar esperança para o seu coração.
Até lá, releia alguns textos já publicados neste blog.
De repente, nessa releitura,
você encontra a mensagem que precisa
para seus dias de janeiro...

PRESENTE E FUTURO EM DEUS
Jackson Valoni - São Pedro da Aldeia/RJ

Fim de ano é sempre um curioso momento de renovação e reflexão, como se a data 01/01 trouxesse uma motivação para realizar projetos de vida que não deram certo, ou outros, originais.

Frequento a igreja por muito tempo, mas isso não significa quase nada. Ouço muito por aí que devemos confiar em Deus quando as coisas estão ruins; que vai dar tudo certo; que Deus sabe de todas as coisas... Certas frases não fazem sentido se eu não tiver sinceridade no coração pra entender.

Como confiar em um Deus que eu nunca quis conhecer? Aliás, quem é Deus? Sim... frequentar uma igreja não quer dizer muita coisa. Este ano eu tentei conhecer melhor esse Deus. Alguns podem dizer que confiar em Deus possui efeito placebo, que é psicológico, que o acaso manda em tudo...

Deus nos deu algumas dicas de como ter maior intimidade com Ele (Gálatas 3:24, 25). Seguir os mandamentos de Deus, entretanto, não garante salvação, mas nosso conhecimento sobre Ele é aperfeiçoado. (I João 2:3-5)

Graças a Deus porque Ele me mostra como ser alguém melhor! 
Graça! Essa palavra é um presentão! Somos salvos pela graça de Deus, e essa graça é oferecida a todos. É pra todo mundo! (Romanos 3:20)
 
Aceite esse presente. Deus é grande e Ele quer lhe mostrar o quanto Ele é legal. O ano não precisa acabar pra você começar a descobrir de verdade quem é esse Deus.

Quando somos amigos de Jesus, nos renovamos sem precisar virar o ano. Com essa renovação somos mais felizes, mais confiantes e mais que vencedores!!! (Romanos 8:37)

"Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens" (Tito 2:11)

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

NINGUÉM TEM TÃO POUCO QUE NÃO POSSA DOAR NEM TEM TANTO QUE NÃO PRECISE DE UM POUCO



VALE A PENA LER DE NOVO
Em fevereiro a gente volta, com novos textos pra você,
na ideia de sempre levar esperança para o seu coração.
Até lá, releia alguns textos já publicados neste blog.
De repente, nessa releitura,
você encontra a mensagem que precisa
para seus dias de janeiro...


NINGUÉM TEM TÃO POUCO QUE NÃO POSSA DOAR NEM TEM TANTO QUE NÃO PRECISE DE UM POUCO
Denize Vicente - Rio de Janeiro - RJ

Escrevo este texto alguns dias antes do Natal. E decidi contar pra vocês uma história real, algo que me aconteceu há alguns anos e que eu nunca mais me esqueci... A personagem principal da história eu não sei por onde anda, não me lembro do seu nome, não sei como está na vida; mas eu sei que aquele dia em que nós nos encontramos não foi uma coisa qualquer...

Era um dia como o de hoje, próximo ao Natal, e eu estava na rua porque precisava comprar umas frutas e coisinhas pro cabelo (“papo de mulherzinha”, você vai dizer; mas continue a ler mesmo assim, porque vou lhe contar mais do que isso).

Pois foi nessa loja de produtos para cabelo que fiz a minha primeira parada. Naquele lugar funcionava um salão de beleza. Havia fechado fazia uns três meses. Por isso, tudo com descontos entre 30% e 70%. E, sabe-se lá por que, tinha muito mais do que produtos para cabelo, na liquidação: batom, creme para a pele, protetor solar, produtos Payot, Lancôme, Banana Boat, Nivea, John Frieda... muita coisa, de muitas marcas.

Mas não foi por isso que aquela passadinha na loja demorou tanto... foi porque, na verdade, se transformou numa sessão de terapia. A menina que me atendeu não demorou muito tempo para abrir o coração... e começou a me contar da sua vida, triste vida.

Já eram três meses sem salário, mas ela continuava ali, trabalhando, agora nas vendas. Ficava sozinha na loja. Os patrões vinham ao final do dia, todos os dias, mas só para receber a grana das vendas. E ela seguia me contando da sua rotina... olhar triste, meio rouca, resquício de uma gripe ainda nem curada, e foi contando, contando... porque tinha alguém disposto a ouvir.

Casada há três anos, uma filha, e um marido lento - que levava a criança pra creche, mas reclamava tanto que nem ia buscá-la; com quem, me disse, não mantinha mais nenhum tipo de intimidade, e que lhe perguntava prontamente, ao menor esboço de insatisfação da sua parte: "Como é que você vai se virar, se se separar de mim, com essa miséria que você ganha?".

Ela me olha e diz que, mesmo não admitindo pra ele, precisava concordar que não teria mesmo a menor condição de se virar...

Tem 29 anos. É alta, bonita. Um sorriso largo (que deixava escapar quando eu lhe fazia um elogio e dizia que as coisas não precisam ser assim para sempre), cabelos na altura dos ombros, levemente ondulados, dentes quase perfeitos, uma pele bonita, e uma tatuagem com o nome desse marido, nas costas. Diz pra mim que é do tempo em que era apaixonada por ele. Do tempo em que Deus lhe mostrou "que ele não era o homem certo", mas ela não quis ouvir.

Quase resignada, ela me diz que a culpa é só dela, mas acha que ainda tem o direito de ser feliz, e quer isso! Não quer mais ficar casada com aquele sofrimento. Quer outros céus, outros sóis, eu acho.

Lamentou-se, ainda, das condições de trabalho. Sugeri que ajuizasse uma ação trabalhista para buscar o reconhecimento judicial de seus direitos - nem mesmo sua Carteira de Trabalho foi anotada - mas é incrível como as pessoas de bem é que temem a Justiça, mesmo quando seus direitos são inquestionáveis. Disse que "a dona do salão trabalha com o César Maia" e acha que não deveria processá-la. (É difícil você convencer que a Justiça não quer saber disso. É difícil, porque às vezes a Justiça decepciona até a mim, que acredito tanto e trabalho tanto...)

A certa altura ela já se sentia tão à vontade, que me mostrou a sandália que estava usando... arrebentada quando vinha pro trabalho. E a menina não podia, sequer, ir ao Shopping, distante apenas uns 50 metros, porque não tem hora de almoço e porque não podia fechar a loja antes das sete... Precisava de alguém que fosse até lá e comprasse uma sandalinha “de até trinta reais”. Havia pedido ao segurança da loja ao lado; ele até viu, mas não sabia “comprar essas coisas”... A essa altura, já passava do meio-dia e eu ainda precisava ir ao mercado e fazer tantas outras coisas... mas não consegui dizer que não iria lá pra ela.


Ela queria qualquer sandália. Com brilhinhos seria linda. Eu não prometi. Disse que iria ao mercado, e “se desse tempo”, iria ao shopping, pra ver. Passei direto, nem entrei no mercado. Procurei a mais delicada, com brilhinhos. Comprei ainda um sanduíche bem gostosinho e algo para ela beber.

Quando entrei de volta na loja, ela me sorriu, como que sem acreditar. Fez questão de pagar a sandália. Eu queria dar de presente, mas ela insistiu e eu achei que seria melhor e mais agradável para ela assim. Decidi comprar uma bolsa, quem sabe, ou outra sandalinha, e levar para a moça, mais tarde, e fiquei pensando: será que é esse o espírito do Natal? Emprestar seus ouvidos, escutar quem não tem com quem falar, falar a quem tanto precisa ouvir, levar um pouco de esperança a um coração desolado, enxergar a beleza de uma alma abatida, dar um pouco de pão e água a quem tem fome e sede, fazer brotar um sorriso de um rosto amarelado de tristeza, valorizar e devolver a autoestima de alguém que caminha curvado, olhando pro chão?

Na sua simplicidade, ela ainda me emocionou. Ainda mais. Pediu que eu escolhesse três batons, e me deu de presente. Meus olhos sorriram com os dela, e eu não vou me esquecer disso. Porque ficou aqui, na minha mente, a prova inconteste de que "ninguém é tão grande que não possa aprender nem tão pequeno que não possa ensinar"; ninguém tem tão pouco que não possa doar nem tem tanto que não precise de um pouco.

Eu, que achava que tinha ajudado alguém, naquele Natal... ganhei a felicidade de ver um sorriso num rosto de alguém que estava triste e se sentia sozinho, minutos antes de eu chegar; e ela ganhou a alegria de ver a minha emoção, pelos delicados presentes que me deu.




A moça me abraçou como se fôssemos amigas há muito tempo e eu lhe desejei um Ano Novo abençoado; uma vida nova, de alegrias, saúde e paz. E depois fui conversar com Deus sobre essas coisas, para que, realmente, tudo acontecesse.

Hoje, depois de alguns anos, não acredito que essa história seja menos comum, na vida de outras garotas de 29 anos, do que era naquela época... Também não é muito diferente a falta de disponibilidade das pessoas para doar um pouco do seu tempo e da sua atenção.

Você correu a semana inteira, com os preparativos de Natal e da ceia de ontem à noite. Talvez tenha dividido a mesa de jantar com quem, se não estivesse com você, mesmo assim não ficaria sem comida. E não há nenhum problema nisso... mas hoje, aí na sua casa, tem o brasileiríssimo “enterro dos ossos”, não é? Todo mundo acordou tarde e vai comer mais tarde ainda. E que tal fazer umas duas ou três quentinhas, antes de começarem a almoçar, e levar pra rua, procurando alguém que esteja sozinho, largado, triste e com fome?

Você também pode ligar pra alguém com quem não conversa há tempos e perguntar SINCERAMENTE, com disposição para ouvir, se está tudo bem com ele.

Também é possível separar um tempo para bater um papo com o porteiro do seu prédio – que não vai poder estar em casa com sua família no almoço de hoje - ou com o segurança do shopping – que trabalhou até tão tarde ontem que nem pôde brincar com os filhos antes da ceia...

Você também pode caminhar um pouco, depois do almoço – você e a galera que está aí com você – e procurar uma criança, na rua, olhar pra ela e oferecer um presente, mesmo que seja um picolé.

Lembre-se: NINGUÉM TEM TÃO POUCO QUE NÃO POSSA DOAR NEM TEM TANTO QUE NÃO PRECISE DE UM POUCO.

Há diversas maneiras de fazer com que o Natal não seja, meramente, uma época de “panelinhas”, quando você se relaciona apenas com quem já se relaciona com você, dá presentes e agrados àqueles que também lhe darão presentinhos e come com quem sempre tem um lugar à mesa...

Que a vida do aniversariante sirva de exemplo e inspiração para nós que hoje comemoramos o Seu aniversário.

Porque se eu não tiver amor...


quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

TREINE COMO UMA BAILARINA


TREINE COMO UMA BAILARINA
Larissa Oliveira – Bento Ribeiro – Rio de Janeiro - RJ
        
Que profissão você quer ter quando crescer?
Essa é uma pergunta que todo mundo precisa encarar mais cedo ou mais tarde na vida.

Esse também é um tipo de assunto que sempre aparece em sala de aula. Crianças são sensacionais em suas “escolhas”.

Tive uma aluna que era muito específica em sua resposta: – Quero ser arqueóloga marinha, tia!

Perguntei se ela sabia, de fato, o que fazia esse profissional e o quanto precisaria se preparar para aquilo. Disse que sabia sim e que estava se preparando desde já para realizar aquele sonho.

E estava mesmo! A Gabi era uma menina moleca, tagarela, porém muito esforçada, responsável, disciplinada e ajudava todos que precisavam de seu apoio. Sempre era o exemplo de foco da turma.

Esta semana, meditando sobre a importância da preparação para as mudanças que desejamos, pensei na Gabi. Alguém me fez lembrar também do preparo pesado e constante de um(a) bailarino(a)  para chegar à perfeição inebriante de sua dança. 

Normalmente, para se chegar a um nível profissional, os primeiros passos de balé precisam ser dados na infância. Os treinos constantes de um atleta que precisa ter muita força muscular, equilíbrio e fôlego é rotina dos dançarinos. Quando vemos aqueles movimentos perfeitos, sincronizados, leves, dentro de um espetáculo emocionante, não temos ideia de que dentro daquelas bonitas sapatilhas existem pés castigados pela preparação e pela busca exaustiva do movimento perfeito.

Não se engane... por mais que esse período seja dolorido e custoso, saiba que é necessário e vale a pena.



Preparo. O corpo da mulher se prepara para ser o lar temporário de uma nova pessoa; as lagartas passam por um processo preparatório até obter sua liberdade com lindas asas de borboleta; é preciso preparar a terra para receber as sementes; é preciso se preparar para sua profissão; é preciso preparo para entrar num concurso, numa maratona, preparo para se casar, ter filhos...

Enfim...

Não sei que tipo de preparação você precisa fazer daqui pra frente. Mas a regra é: pare de procrastinar, vá em frente e não desista. Você não está só.

“Louvem o Senhor Deus, a minha rocha; ele me prepara para a batalha e me ensina a combater.
Ele é a minha rocha e a minha fortaleza, o meu abrigo e o meu libertador. Ele me defende como um escudo, e eu confio na sua proteção [...]” Salmos 144:1 e 2

Já ouviu aquela expressão: “Faça sua parte que Deus fará a dEle”? Pois é, não ‘tá errado não, mas Davi nesse trechinho do Salmo 144 nos diz que até para nós fazermos a nossa parte Deus ajuda. Creia nisso.

Fale com Deus e peça que o conduza em seus planos. Quer um conselho? Seja bem específico assim como a Gabi. Ele vai direcionar você e vai ajudá-lo.

O treinamento não será fácil. Mas no fim você terá músculos fortes, resistência, fôlego, equilíbrio e chegará ao seu objetivo preparado para usufruir das lindas bênçãos de Deus.

Você não está só na sua preparação.

Um forte abraço!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

CHEGOU O ANO VINTE VINTE


CHEGOU O ANO VINTE VINTE
Direto da Redação.

Um novo ciclo se inicia.
O homem decidiu separar o tempo em fatias e chamar cada fatia de “ano”. E assim fazemos o que de melhor podemos fazer, como humanos: recomeçar sempre.

CORTAR O TEMPO
Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente… (1)


E então, nessa vibe, a gente, do #entaoserve, quer deixar com você, querido leitor, 14 dicas pra fazer esta fatia muito mais saborosa do que você poderia imaginar. São conselhos pra se colocar em prática, de verdade e com vontade. Um novo começo, onde a mudança que você espera do mundo pode começar com você:

1) Não prometa o que não vai cumprir.
“Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno.”

2) Organize o seu tempo.
“Tudo neste mundo tem o seu tempo; cada coisa tem a sua ocasião.”

3) Seja gentil e educado com todos.
“Mas façam como dizem as Escrituras: ‘Se o seu inimigo estiver com fome, dê comida a ele; se estiver com sede, dê água. Porque assim você o fará queimar de remorso e vergonha.’ Não deixem que o mal vença vocês, mas vençam o mal com o bem.”

4) Controle suas palavras.
“Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês dizem façam bem aos que ouvem.”

5) Valorize o seu dinheiro.
(não gaste mais do que ganha nem desperdice)
“Durante os sete anos de fartura a terra produziu cereais em grande quantidade. E José ajuntou todos os cereais e os guardou em armazéns nas cidades, ficando em cada cidade os cereais colhidos nos campos vizinhos. José ajuntou tanto mantimento, que desistiu de pesar, pois não dava mais: parecia a areia da praia do mar. (...) Então acabaram-se os sete anos de fartura no Egito, e, como José tinha dito, começaram os sete anos de fome. Nos outros países o povo passava fome, mas em todo o Egito havia o que comer. Quando os egípcios começaram a passar fome, foram pedir alimentos ao rei. Ele disse: — Vão falar com José e façam o que ele disser. Quando a fome aumentou no país inteiro, José abriu todos os armazéns e começou a vender cereais aos egípcios. E de todos os países vinha gente ao Egito para comprar cereais de José, pois no mundo inteiro havia uma grande falta de alimentos.”

6) Encontre alguém para ajudar.
“Empregue o seu dinheiro em bons negócios e com o tempo você terá o seu lucro. Aplique-o em vários lugares e em negócios diferentes porque você não sabe que crise poderá acontecer no mundo.”

7) Honre e respeite a sua família.
“E José deu ao pai e aos irmãos terras na melhor região do Egito, perto da cidade de Ramessés, como o rei havia ordenado. Essas terras se tornaram propriedade deles, e eles ficaram morando ali. José dava mantimentos ao pai, aos irmãos e aos parentes, conforme as necessidades de cada família.”
“Porém aquele que não cuida dos seus parentes, especialmente dos da sua própria família, negou a fé e é pior do que os que não creem.”

8) Persevere e não abandone os projetos pela metade.
“Quanto a você, siga o seu caminho até o fim. Você descansará e, então, no final dos dias, você se levantará para receber a herança que lhe cabe.”

9) Seja otimista; veja o lado bom da vida e tire lições dos desafios.
”Lembrem-se dos profetas que falaram em nome do Senhor e os tomem como exemplo de paciência nos momentos de sofrimento. E nós achamos que eles foram felizes por terem suportado o sofrimento com paciência. Vocês têm ouvido a respeito da paciência de Jó e sabem como no final Deus o abençoou. Porque o Senhor é cheio de bondade e de misericórdia.”
“Eu disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.
“Esta é minha ordem: Seja forte e corajoso! Não tenha medo nem desanime, pois o SENHOR, seu Deus, estará com você por onde você andar”. 

10) Assuma um verdadeiro compromisso com o seu Deus.
“Busquem, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão dadas.”

11) Seja ético. Respeite o limite dos outros.
“Depois de muita discussão, Pedro se levantou e disse: — Meus irmãos, vocês sabem que há muito tempo Deus me escolheu entre vocês para anunciar o evangelho aos não judeus a fim de que eles pudessem ouvir e crer. E Deus, que conhece o coração de todos, mostrou que aceita os não judeus, pois deu o Espírito Santo também a eles, assim como tinha dado a nós. Deus não fez nenhuma diferença entre nós e eles; ele perdoou os pecados deles porque eles creram. Então por que é que vocês estão querendo pôr Deus à prova, colocando uma carga nas costas dos que agora estão crendo? E essa carga nem nós nem os nossos antepassados pudemos carregar.”

12) Não perca tempo com a inveja.
“A paz de espírito dá saúde ao corpo, mas a inveja destrói como câncer.”

13) Seja criativo, procure inovar e não se acomode.
“Não se conformem com o padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente”.

14) Tenha empatia. Coloque-se no lugar do outro e seja respeitoso.
Não amaldiçoe um surdo, nem ponha na frente de um cego alguma coisa que o faça tropeçar. Tenha respeito para comigo, o seu Deus. Eu sou o Senhor. (2)

Feliz Ano Novo!
Feliz Vida Nova!

Em fevereiro a gente volta, com novos textos pra você, com a ideia de sempre levar esperança para o seu coração. A gente está aqui pra isso.
Até lá, releia alguns textos já publicados neste blog. De repente, nessa releitura, você encontra a mensagem que precisa para seus dias de janeiro...



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Referências/Fontes:

(1)  Até esta data não há fontes seguras sobre a autoria do texto, mas já se pode afirmar com segurança que não é de Carlos Drummond de Andrade nem de Mario Quintana.
(2)  Seleção de conselhos publicados na internet, sem fonte segura de autoria, com adaptações da redação deste blog.